Eu preferiria, para bem do meu país e continente, que a Europa conseguisse encontrar repostas a estas perguntas. Mas se forem outros continentes e países, o que interessa é que se entenda uma coisa: que as respostas que procuramos não as encontraremos sozinhos. O mundo atual está confrontado com grandes perguntas. A primeira delas tem a ver com a democracia, ou seja, com o melhor mecanismo que criámos até agora para encontrar respostas. A democracia não é a solução para tudo, mas é a melhor forma que temos para encontrar soluções. A pergunta é: será a democracia capaz de encontrar respostas para as outras grandes perguntas que a atualidade nos faz? Se a resposta fosse não, seria escusado continuar. Outra das perguntas tem a ver com o próprio planeta.