O fanatismo

Minha crónica de hoje no Público: “Era preferível que não houvesse fanáticos, e que não tivesse de haver mártires pela liberdade. Mas havendo, é importante lembrar sempre que o amor é mais forte do que o ódio, como pôs na sua capa o Charlie Hebdo. Porque o amor é um amor de riso e de liberdade. E por isso os corações de todas as pessoas de bem de todo o mundo estiveram ontem juntos, em Paris, na Praça da República, ali onde leva o Boulevard Voltaire.” Acesse a crónica completa em O fanatismo .

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