Para simplificar

Para simplificar, digamos que Chipre tem duas opções: ou escolhe a Rússia ou a União Europeia De forma a entender as opções que agora se apresentam perante Chipre é preciso entender a geopolítica e a história da região. Os próximos três mil caracteres servirão de introdução, resumindo a explicação que me foi dada por um amigo cipriota. Para simplificar, digamos que Chipre tem duas opções: ou escolhe a Rússia ou a União Europeia. Se escolher a Rússia, sairá do euro e da União, uma vez que os tratados não permitem outra hipótese e o diretório aproveitará a ocasião para estabelecer um exemplo para os outros. A curto prazo, a Rússia financiará Chipre; a médio e longo prazo, há poucas coisas tão desagradáveis como ser um satélite da Rússia. Se escolher a União Europeia, Chipre fará o que a Alemanha mandar, incluindo ser obrigado a negociar com os turcos que ocupam a parte Norte da ilha. Os greco-cipriotas poderiam aceitar as condições alemãs ou deixar arrastar a coisa até à partição da ilha. Em segundo lugar há a questão do gás natural que foi descoberto entre Chipre e Israel.

Read more
Skip to content