A vida de um independente não é fácil, quando aceita representar um partido — e eu nunca esperei que fosse.
Há pouco mais de dois anos escrevi neste jornal um texto com o título “Um apoio, uma aposta, uma aprendizagem”. Nele anunciava as razões da minha candidatura ao Parlamento Europeu, como independente nas listas do Bloco de Esquerda.
Circunstâncias muito recentes obrigaram-me a revisitar esse texto. Declarei ontem, por razões que foram públicas, não me ser possível manter confiança pessoal e política em Francisco Louçã e, em consequência, não poder permanecer na delegação do partido que ele lidera. Continuar a ler ‘Revisitação’





