É crise ou crime?

  Não há coisa mais bizarra do que ver alguém alegar, em sua própria defesa, que foi ingénuo e incompetente.   Os bancos felizes são todos iguais; os bancos infelizes são-no cada um à sua maneira. Não há duas histórias iguais. E esta é a pergunta que, em cada caso, toda a gente se faz: é crise ou crime?   Em certos casos — e penso no Banco Privado Português — parece ser crise. Os fundos de acções que o banco possuía valem hoje muito menos do que valiam, perdeu-se muito dinheiro no processo, e a contracção do crédito faz com que seja muito difícil suavizar as perdas.

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