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Pavel Filonov

Tudo é Rússia, ontem no Público.

“Os opinadores e intelectuais que a partir do Ocidente teorizam sobre a importância benevolente da Rússia de Putin deveriam pensar no que significaria fazer algo em sinal contrário por lá.

O mesmo valeria para os políticos anti-sistema (na verdade, anti-política, quando não anti-democracia) na Europa, se estes se preocupassem com o destino que é dado aos opositores mais recalcitrantes na Rússia — uma bala vinda de algures disparada por não-se-sabe-nunca-quem. Mas para eles só interessa o mesmo que a Putin: não tentam sequer provar que na Rússia as coisas são melhores, mas antes que elas são más em todo o lado.”