Minha crónica de hoje no Público: “Os políticos medíocres correm atrás do assunto do dia; os políticos talentosos antecipam os assuntos dos próximos meses, do próximo ano. Ambos cantam atrás da música, pior ou melhor. Os grandes políticos entendem ou pressentem a estrutura que lhes permite introduzir novos temas, marcar um ritmo diferente, efetivamente mudar a música. Sabem quando as pessoas se cansam, quando um tema se esgota; conseguem distinguir entre o que as pessoas dizem e a razão por que o dizem, que nem sempre é coincidente com aquilo que querem. E depois, erram, muito — porque a ninguém é possível prever tudo.”

A crónica completa está em: Política é tempo

One thought to “Política é tempo”

  • Álvaro Ferreira de Melo

    Os políticos não tem trabalhado para a Nação, mas para alguns.

    Salazar trabalhou, pensando num país que não conseguiu empreender. Franco conseguiu fazer um pouco mais.

    Mário Soares empreendeu a Democracia. Esta se não for cuidada pode correr riscos graves.

    Os políticos deviam ter noções e intinto psicologico. A nação é uma crinça que chora, mas que as suas reenvidicações e manifestações são uma chamada de atenção para o problema real que está escondido.

    O povo (Nação)espera como sempre do D. Sebastião.

    O 25 de Abril foi o D.Sebastião da libertação. Foi esquecido pela democracia.

    Mário Soares foi o D.Sebastião da democracia. Esta foi esquecida por esta estar minada por interesses financeiros.

    Ramalho Eanes foi o D. Sebastião da Serenidade. Esta foi esquecida por esta passar a ser indolente.

    Cavaco e Silva foi o D. Sebastião do desenvolvimento e do investimento da CEE. Este vê-se arruinado e destruido.

    O próximo terá carisma humanizante. Tudo gira à volta do ser humano. Os bens materiais subordinados ao bem comum, não por via estatizante, mas por uma distribuição equitativa dos rendimentos de uma Nação. Esta via só termina se existir melancolia. Falta de ação.

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