Terminam hoje cinco anos duros, de uma responsabilidade grande perante uma crise temível, que continua. Cinco anos que nos puseram a todos perante dilemas sérios, que levei a sério. Pensei sempre: quando estiveres de volta à tua vida normal vais querer que lutem por ti. Por isso lutei muito, mas não lutei sozinho: tenho uma dívida de gratidão às pessoas que comigo trabalharam, às que sentiram este mandato como missão. Missão de defesa de pessoas que dela precisam: quando legislámos para dar uma nova vida a refugiados, trabalhávamos para pessoas que nem sabiam que existíamos. Missão de avanço para princípios e ideais: quando lutámos pelos direitos e liberdades de húngaros nossos concidadãos, pensando que um dia poderia ser um húngaro lutando por portugueses seus concidadãos. Missão de reciprocidade entre representantes e representados, como no Projeto Ulisses com o qual apresentámos uma resposta de futuro à tragédia que se vive ainda nos países do Sul e da periferia. E em tantas outras ocasiões, ideias e iniciativas de que seria impossível fazer agora um balanço. Por um projeto democrático europeu, que já defendia desde muito antes, e que continuarei a defender. E por um Portugal que possa cumprir o seu sonho de ser “livre, justo e solidário”. Sabendo não só que ambos esses ideais não são incompatíveis, como que são condição mútua um do outro. Por eles dei o meu melhor, e continuarei dando de outras formas. Agora é altura de desejar boa sorte e bom mandato àqueles que pegam no testemunho, com as suas ideias próprias, e espero que pelo menos com a mesma vontade de trabalhar. Por isso escrevi na crónica de hoje:

“Amanhã tomam posse os novos deputados ao Parlamento Europeu. Portugal terá no Parlamento Europeu 21 deputados e deputadas: é pouco, quase nada. É essencial garantir que eles e elas nos representem bem — ajudando quando necessário, criticando quando justificado, fiscalizando sempre — durante os cinco anos para que foram mandatados e durante os quais se comprometeram a representar-nos. E nos próximos cinco anos há muitos desafios a enfrentar, desde o tratado transatlântico à questão britânica, e ainda mais coisas por fazer, da união energética à recuperação económica dos países do Sul.

Quando se passa de representante a representado, como é o meu caso, sentimos ainda mais como é importante que os novos representantes nos representem bem e saibam lutar por nós. É pois isto que lhes (e nos) desejo: que façam por ser excelentes deputados. A velha Europa ainda mexe.”

One thought to “No fim da 7ª legislatura do Parlamento Europeu”

  • EVA SCHUBERT

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    Cantinho da Justiçeira
    eva schubert

    20/06 (há 11 dias)

    para eusoucm
    Justiça Social

    Sr.Passos Coelho falou primeiro vez sobre o justiça social no Parlamento UE depois da saida do Troika,que o proximo programma deste Governo.
    Agora temos continuar a luta e não podemos parar.Temos reconstruir tudo que ficou esquerçido durante muitos anos.As vezes quando passo o lado do uma casa ou prédio caido lembro para a II.Guerra Mundial e está o pregunta:
    porqué deixaram neste maneira?Todos os cidade a Cámara Muncipal tinha procurar os donos do terrenos,casas,edificios abandonados e caidos,chamar atenção retirar o resuidos da obra e obrigar arranjar e por com condições o propriedade deles ou o mesmo a Cámara podia fazer uma equipa para este serviço.Muito gente alugar quarto ou casa e tudo vida paga para viver no casa dos outras e nunca não conseguir ter casa própria.Aqueles casas e prédios abandonados que não tem donos tinha reconstruir e utilizar como habitação social.Quer dizer,depois de reconstrução a Cámara podia vendere para as pessoas com arrendamento aqueles quem não conseguir pagar crédito habitação e neste maneira todos os pessoas podia ter casa própria.
    Muitos pessoas viver no rua como sem-abrigo.Primeiro pregunta: como estes pessoas ficaram naquele maneira?Como é possivel o Segurança Social e Authoridade não tratou assunto destes pessoas?Faltou o colaboração entre destes entidades ou a sistema deles obrigou as pessoas para ser sem-abrigo?O sistema do Segurança Social tem um enorme erro: eles só pode evacuar uma pessoa quando alguem fica o mesmo sem nada: sem habitação,sem pensão,sem emprego quer dizer vai perder os condições da vida dele e vai ser sem-abrigo para encontrar ajuda deles.Quando não encontrei ajuda resolver a minha problema no Segurança Social encontrei o Refeitório Social Paroquial do Quarteira onde aqueles pessoas todos encontrar ajuda da alimentação e no troco ajudo como voluntariado para Eles encontrei o chave para resolver este problema com a minha investigação.Este refeitório funciona com recolhimento dos alimentos,que dar muito grande ajuda para aqueles quem quer reconstruir a vida deles ou viver com pouco rendimento.Todos os cidade tinha ter um refeitório deste!Temos construir instituções e avaliar o situação das pessoas.Temos ajudar para eles ter os condições da vida deles e depois de institução continuar viver no habitação social que compra com arrendamento.evaschubertmacilaci@gmail.com Aqueles quem cometiu deste crime contra humanidade não respeitou a bandeira portuguesa ma coloca a bandeira a frente do instituções deles!

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