Entretanto, parece ter havido um golpe de estado nas Honduras. Vou tentar entender melhor o que se passa antes de fazer mais comentários. Mas, para já, parece interessante o facto de Obama só reconhecer como presidente Manuel Zelaya (apesar de este ser um aliado de Hugo Chávez e estar interessado em iniciar um processo constituinte no país) e recusar peremptoriamente legitimar o golpe de estado, sem hesitações, desde a primeira hora. Depois dos apoios indisfarçados ou semi-satisfeitos de Bush Jr. a este tipo de golpes, é um sinal de mudança na política latino-americana de Washington.

2 thoughts to “Ay, Honduras

  • Augusto Küttner de Magalhães

    Convenhamos que Obama marca a diferença! E não vamos de modo algum esperar milagres, mas por certo que vamos ver comportamentos abissalmente diversos de Bush, mau era se tudo ficava na mesma). Até a noção que Obama tem de que os EUA vai deixar de ser “a” potência mundial para passarem a ser “uma” das potências mundiais. E aqui tamb´´em não entendi o que se passou, vi que Hugo Chavez está muito incomdado, mas são sinais de mudança. Esperemos que positivos. Faltam mais Obama`s por esse mundo fora, isto está muuito fraco. Então aqui na Europa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Carlos Pires

    Golpes militares na América do Sul não costumam augurar nada de bom. Mas Manuel Zelaya querir mudar a constituição para se manter no poder e desobedeceu ao Supremo Tribunal…
    Espero que a atitude de Obama não signifique o apoio a mais um Chavez, mas apenas uma outra forma de resolver o problema.

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