Este blogue anda pouco atualizado — e nos próximos tempos irá retomar gradualmente a sua atividade normal e até ganhar novo ritmo. Tenho andado a utilizar bastante o twitter para enviar a agenda de eventos em que participo, debates, coisas assim.

Hoje, às 21h00, estarei na “Casa do Futuro” do Museu das Comunicações (ali entre Santos e Cais do Sodré, LX) para comentar o projeto Olisipédia, do atelier de arquitetos Arkhetypos, numa sessão promovida pela Geração de Ideias. Falarão João Jácome, Rita Neves, e eu. Trata-se de um projeto muito interessante de utilizar as georeferências na internet para criar camadas de informação sobre a cidade. Isto pode significar estar numa café e consultar através do computador fotografias daquela rua ou praça em décadas passadas, como pode significar usar o iphone para tirar uma fotografia de um buraco na rua e enviá-la diretamente para os serviços camarários correspondentes. Apareçam que deve ser interessante.

[Este evento apareceu anunciado na imprensa como sendo um debate com António Costa por iniciativa da JS ou do PS. Não é o caso.]

11 thoughts to “Agenda

  • Cláudio Tereso

    Olá,

    eu como representante auto-nomeado das pessoas que votaram em ti e que ODEIAM o twitter venho apoiar o uso intensivo deste blog por parte da tua pessoa. O twitter é impossível de seguir tal é a quantidade de informação que as pessoas lá despejam – e só sigo meia duzia de pessoas – .

    obg,
    Cláudio
    PVTOT

  • António Dias da Cunha

    Bravo, o seu texto de hoje sobre o manifesto (Jornal Público) é genial.

    Cumprimentos,
    António Dias da Cunha

  • André

    Caro Rui Tavares,

    Apesar de me dirigir até si através do seu blog, escrevo-lhe sobre o seu último artigo do Público a propósito de economistas.
    É completamente inacreditável a ignorância que demonstra sobre a matéria.
    Relativamente aos economistas a que se refere, não percebo como alguém que é (por norma) comentador da SIC Notícias não viu (ou não quis ver) as constantes declarações de alerta para o “estado da arte” dos economistas (e não apenas do Dr. Silva Lopes) que assim agora o “manifesto dos 28”.
    Como nos habituou ao longo da sua campanha, falou, falou, falou e não disse absolutamente nada. Fiquei sem perceber a sua posição, na qualidade de historiador, sobre o assunto. Como avalia o impacto económico e social destas obras públicas? Que tem a dizer sobre as consequências sobre as gerações futuras deste género de investimentos? Defende uma ligação TGV exclusivamente Lisboa-Madrid ou deverá ser alargada ao resto do país? Que nos tem a dizer sobre o aeroporto? Que nos diz sobre o projecto rodoviário para o país? Continuamos com ou sem regime de portagens em algumas autoestradas? Muito pobre para o recém-eleito parlamentar europeu…
    Defendo, igualmente, a necessidade da participação de todas nas escolhas que fazemos enquanto sociedade embora ache, ao contrário de si, que tem existido participação a menos (e não a mais!) de economistas. Repare na quantidade de engenheiros e doutores de direito tivemos como primeiros-ministros, ministros e secretários de Estado nos últimos 20 anos… Sem falar no nosso “maravilhoso” parlamento que nos proporciona, diariamente, espectáculos de grande dignidade circense.
    Dado o curto espaço de comentário (apenas blog ou twiter com os seus limitados caracteres, não nos proporciona um sequer um email…), muito fica por dizer

    Agradeço-lhe, profundamente, a sua crónica. São opiniões como a sua que nos levam a nós, economistas, a acreditam cada vez mais na nossa profissão.

    Atentamente,
    ADS (Economista Liberal)

  • Luis

    Rui Tavares,

    O sectarismo ou o anti-comunismo ficou bem expresso na sua crónica no Público de 24 de Junho.

    Fala dos economistas ligados ao bloco que têm emitido com acerto opiniões sobre a crise e concede citar alguns da área do PS de esquerda, omitindo claramente a área do PC.

    Avelãs Nunes com textos no sítio do PC e outras publicações, Sérgio Ribeiro que tem blog, Carvalhas que foi o primeiro a pensar a crise na TSF em Julho de 2007 e que disse depois em Setembro, quando se afirmou que a crise seria debelada, que esta era sistémica e que estava para “lavar e durar”, veja-se o Diário de Notícias. Veja-se também o Militante, a Seara Nova, sítio do PC, etc. O Octávio Teixeira com textos no sítio do PC, Seara Nova, Antena Um, etc.

    Deixar uma área de pensamento de fora, porque tem lepra, porque não pensa, porque… não é apenas preconceito é também sectarismo.

    Assim não vai longe.

  • Augusto Küttner de Magalhães

    Boa noite

    Tenho apreciado o que ao longo dos tempos escreve no Público. Muito, com muito sumo, outras vezes com defesas daquilo que seria possivelmente muito bom, mas totalmente impossivel de concretizar! Assim assumo – que ao escrever!!! muito tem que ser dito para ser dito, outras “coisas” para agradar a uns quantos e finalmente algo de conteudo e com conteudo, sendo que os raciocinios que faz no que escreve no Público, têm sempre principio, meio e fim, não tendo que com todos estar de acordo – não estou! -, mas é bom lê-lo dado ter cuidado com o que escreve, ter um excelente poder para escrever, e por vezes nos fazer ver algumas “coisas” de prismas difrentes! E temos que ter pessoas mais jovens, não sempre os mesmos a dizerem-nos coisas novas, mas para evitar iitar o que não resulta, nao estarem sempre convictos que são os unicos que tudo sabem.

  • Augusto Küttner de Magalhães

    Acima há um comentário em grande defesa dos economistas, que nem sempre são assim “todos” tão, tão defensáveis. Por vezes erram. E tantas vezes o não admitem…
    Sendo que por outro lado, o Rui Tavares, apesar de alguma moderação, entra sempre no “está tudo mal” “tem que se fazer à nossa maneira”…não é assim.
    Quanto ao que os 28 economistas assinaram estou 100% de acordo, 100%.
    Outros aspectos antes e depoisda Crise, é navegação à ista.
    E o fiscalista Medina Carreira, tem uma coisa de coerente a unica hipotese de o País ir em frente é deixar de o ser….talvez tenha razão…não sei.
    Mas aqiui ao Rui Tavares, pede-se que aponte erros, mas que assuma que nem tudo está rrado, dado não estar!!!!!

  • Augusto Küttner de Magalhães

    Estava a ler, que parece que vai surgir um outro abaixo-assinado, agora em favor do TGV, do aeroporto, de auto-estradas! Claro que todos temos (têm, terão) o direito a fazer e subscrever abaixo-assinados. Todos temos o direito e até o dever de bem opinar. Mas esperemos que haja cuidado, bom-senso, vontade de salvar este país, já tão escangalhado, em vez de fazer sempre e só prevalecer o nosso ponto de vista, sempre o melhor, sempre o mais acertado, sempre o mais indicado, mas que pode nao salvar o país…mas ganhámos!!e não nos calámos!!!!!! ou o inverso….

  • Augusto Küttner de Magalhães

    Os 51 economistas que agora querem o TGV, e aeroportos qundo o de Beja vai ser inaugurao sem ( não cem!!!!!!!!!!) aviões, ao olharam para o abaixo assinado dos 28 contra o TGV etc, só conseguiram criticar pessoalmente os mensageiros e nunca a mensagem. Que raio de país, que Pessoas nós somos!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • praticante da teoria dos conjuntos

    Problemas de correspondência entre conjuntos, bem sei, são coisas menores nesta contenda. Mas já chateia.

    Augusto Küttner de Magalhães diz “Os 51 economistas que agora querem (…)”, mas eu conto 52 assinaturas, e apenas 35 se apresentam como economistas. Também por lá estaão outros e outras que se apresentam como sociólogos, geógrafos e um até como gestor.
    Na peça do Público (http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1388944&idCanal=57) o título dizia-os “académicos”, mas nem todos os signatários se identificaram como tal. Os outros 28 signatários do manifesto da semana anterior também não eram todos “economistas” apesar de jornalistas e outros os terem pintado assim.

    Porque persiste este problema de identidade e correspondência entre conjuntos?

  • Augusto Küttner de Magalhães

    Ainda bem que levanta este problema, dado que acho ser tremendamente oportuno. Se bem que os economista forçosamente devem estar mais aptos, com mais conhecimentos para abordar estes temas, qualquer pessoa, hoje até por uma questão de civismo e de participação publica deve poder dar a sua opinião, com ou sem licenciatura. Logo retiro os “economistas” e haja lugar e espaço para todos!

  • Patrizier 4

    hello That is a gr8 edu blog. I think edu stands for quality =)

Deixar Comentário