1. Muitas pessoas muito simpáticas me escreveram após a suspensão da minha coluna no Público. Gostaria de lhes dar resposta individual. Caso seja impossível, aqui fica o meu agradecimento e a garantia de que receber mensagens assim dá uma motivação extra. Obrigado e apareçam sempre.

2. Estarei em Coimbra hoje, segunda-feira, para participar numa sessão d’Os Livros Ardem Mal (com António Apolinário Lourenço, Catarina Maia, Luís Quintais, Osvaldo Manuel Silvestre, Rui Bebiano e Salomé Coelho). É no Café-Teatro do Teatro Académico de Gil Vicente, pelas 18h00, e estou bastante contente por ter sido convidado.

3. Sim, estudei na Luísa de Gusmão (a propósito, escrevi sobre isso aqui e até aqui).

10 thoughts to “Sinais de vida

  • João André

    Caro Rui,

    o meu obrigado pelas crónicas do Público, as quais me vão fazer falta. Espero que continue com os textos aqui no blogue.

    um abraço e bom 2009

  • Pedro Martins

    Felicito-o pela suspensão da sua coluna na folha do ‘neocon’ Fernandes da qual eu me suspendi de leitor há muito.
    Pedro Martins

  • Carlos Medina Ribeiro

    Caríssimos,

    Embora não venha a propósito deste post, aqui fica uma informação que pode interessar a alguns de vós:

    Às 17h25m de hoje, o Sorumbático faz 4 anos, o que será comemorado com a oferta de mais de uma dúzia de livros, de entre os quais saliento:

    «O Cheiro da Madeira» (Galopim de Carvalho), «Bica Escaldada» (Alice Vieira), «Livro de Assentos» (Joaquim Letria), «Cantos Falados» (Pedro Barroso), «Morte na Picada» (Antunes Ferreira), «Assim Acontece… na Rádio» (Carlos Pinto Coelho), «Cão Velho Entre Flores» (Baptista-Bastos), «A Matemática das Coisas» (Nuno Crato) e «O Natal do Sinaleiro» (J. L. Saldanha Sanches) – ver [aqui]

  • Nuno Góis

    Endereçar também um abraço e a pena de já não o ler no Público…

  • André Pereira

    Caro Rui,

    Para mim era um prazer todas as segundas e quartas ler a sua crónica no Público. Sempre tão oportunas e pertinentes. Tenho-o em altissíma consideração e é por isso que vou esperar 2 meses para voltar a comprar o Público. Gostaria de um dia o ver no Expresso. O mundo da crónica está mais pobre. O que vale é que são apenas 2(longos) meses.

    Abraço

  • rui fonseca

    Porque não estou em Portugal já há algum tempo não me apercebi da sua saída do Público. Espero bem que continue em outra publicação e aqui no blog.

    Dê notícias. Habituei-me a ler, e apreciar, as suas crónicas. De modo que, logo que oportuno, diga-nos onde fica a sua nova morada e lá estarei.

    E livro-me das crónicas do PseudoValente.

  • jose leandro

    Caro Rui
    Sou seu leitor habitual no Público e espero que volte o mais rápido ao nosso contacto….estamos á sua espera, porque as suas crónicas fazem falta neste jornalismo monocolor.

  • Paulo Alves

    (Sobre o seu ponto 1.) esqueci-me, para ser simpático.

    Mas não gostei que acabasse sem tempo para uma crónica sobre “Para Hamas (tal como o Hezbollah, que decidiu voltar a entrar agora em cena) não se coloca o problema da morte dos civis israelitas, até porque o seu objectivo é, precisamente, acabar com eles”. E fez falta.

  • a presença das formigas

    Post dedicado aos bloguistas dos blogs que frequento:

  • Maria Estácio

    Mais do q nas finanças, a Europa é pindérica de espírito e de (in)acção, a n ser qd toque uns cobres e umas armas e uns pitróis, merceeira na sua própria casa, enxotando, com uma exalação semelhante à do Herman a imitar o Portas dando beijo ou aperto de mão às peixeiras, varrendo, dizia, os pobres, aldrabões e desorganizados do Sul (q nem sequer de si próprios…) p’ros quitos dos infernos, perdão….do jardim!

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