Tranquilamente, atempadamente, sem populismos. Este país tem cidadãos suficientes para que as coisas se façam bem. Mas todo os nosso sistema deliberativo está feito às avessas, sem democracia, no maior dos desprezos pelo bem público.
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- Sindicalizado Portugal publicou no grupo O Bloco de Esquerda e o sindicalismo. 8 de Fevereiro de 2012
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Os consensos dos portugueses de uma forma geral estabelecem-se em torno da mediocridade justificada pela ausência de autoestima . Reconhecer que o outro é pior do que o próprio, é confortante . É efectivamente este o nosso drama . Vasco Pulido Valente num pequeno livro ” Ir Pró Maneta ” descreveu muito bem o comportamento dos portugueses desse tempo que é em muitos casos o comportamento actual , por isso a reconstrução da Madeira será nos mesmos locais onde ocorreu esta última tragédia . O mote já foi dado ” É necessário continuar desafiar a natureza ” .
Por mero acaso, vi a reportagem, na net, no prório dia em que o Telejornal da RTP 1 lhe fez referência, não a identificando todavia com o programa Biosfera, mas tão só como “uma reportagem de 2008 da RTP2″ – cito de memória. E o que me pareceu espantoso, triste, foi que a RTP1 só reproduziu parte(?) das intervenções do “professor de Geologia” e ignorou (censurou ?) as intervenções da representante da Quercus que, essa sim, denunciava os crimes que tinham sido cometidos ao longo das ribeiras, incluindo, se bem me lembro, um edifício da universidade. Censura? Claro que não, disparate! Somente critérios jornalísticos neste “Jardim” à beira-mar plantado. Onde tudo “o que eu fiz” não veio a baixo e vai ser reconstruido…
Caro Rui, obrigado pela referência ao Biosfera. O nosso propósito foi, essencialmente, o de tentar ajudar a que se cometam os mesmos erros no futuro. Deixo aqui os links da reportagem completa de 2008 (9m+9m) onde se traça um perfil completo da situação de desordenamento da Madeira e onde, naturalmente, tentamos ouvir a posição do Governo regional, mas sem sucesso.Cumpts
1a parte
2a parte
Uma precisão na frase do post anterior “a que NÃO se cometam os mesmos erros”.