Almaraz e a soberania

 A crónica de hoje é sobre Almaraz e como não se pode defender nos dias pares uma noção compartimentada da soberania contra a UE, e nos dias ímpares criticar a UE por não ser suficientemente veloz e eficaz a violar a soberania espanhola. Leitura integral no Público. Alguns excertos:

“Mas a verdade é que Almaraz se encontra teimosamente em território espanhol, no qual mandam os espanhóis. Para quem acredita na soberania nacional como o regime em que cada país é um compartimento estanque (e há muitos, aparentemente cada vez mais, que nisso acreditam) nada se poderá fazer até ao momento em que o primeiro átomo atravesse a fronteira. E depois ninguém vai pedir o passaporte ao átomo.

A soberania do tempo das carroças não é a soberania do tempo das centrais nucleares. No tempo das carroças poderíamos viver bem com uma soberania compartimentada; no tempo das centrais nucleares é difícil entender como poderá a soberania não ser partilhada.”

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