O sociopata inofensivo [entrevista a Andrew Bird]

Longo: 25 mil carateres. A seguinte conversa teve lugar num café do norte de Chicago — o Caffe de Luca da North Damen Avenue, a pouca distância do cachorrinho da foto — a 7 de Novembro de 2008. Andrew Bird tinha já terminado o seu álbum mais recente, “Noble Beast”, e terminaria nesse dia as […]

Ler mais
O meu génio vivo preferido

Andrew Bird – From the Basement from QandnotU on Vimeo. [Interrompo este silêncio para publicar “Entrevista com o Homem-pássaro”, a minha longa defesa e proclamação de Andrew Bird que saiu no Ípsilon da semana passada. Quando digo que é longo, é longo: cerca de vinte mil carateres mais próprios para leitura impressa. Aqui acima, porém, […]

Ler mais
Sinais de vida

1. Muitas pessoas muito simpáticas me escreveram após a suspensão da minha coluna no Público. Gostaria de lhes dar resposta individual. Caso seja impossível, aqui fica o meu agradecimento e a garantia de que receber mensagens assim dá uma motivação extra. Obrigado e apareçam sempre. 2. Estarei em Coimbra hoje, segunda-feira, para participar numa sessão […]

Ler mais
Em que vos posso ser útil?

  Vocês irão para 2009; eu irei para 1768.   Um dia, no intervalo de uma aula com o historiador italiano Giovanni Levi, ouvi-o expor a sua “Lei da Inteligência dos Historiadores”: quanto menos documentos disponíveis tem, mais inteligente se torna o historiador. Os contemporaneístas têm nos arquivos milhões de fontes e acabam por ficar […]

Ler mais
Não é prever, mas fazer.

    Tenho à minha frente um exemplar do “Novo Almanach de Lembranças Luso Brasileiro” para o ano de 1903. Entre poemas, divertimentos e textos de divulgação — enviados de Belém do Pará, de Portimão ou da Ilha Brava, Cabo Verde — encontro um curioso artigo sobre “O século que findou e o novo século”. […]

Ler mais