<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: While my guitar gently weeps</title>
	<atom:link href="http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 05:20:05 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Stephen J.</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/comment-page-1/#comment-1980</link>
		<dc:creator>Stephen J.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:38:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=929#comment-1980</guid>
		<description>This is exactly what I have been looking for all day. I should have discovered your post sooner.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>This is exactly what I have been looking for all day. I should have discovered your post sooner.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Augusto Küttner de Magalhães</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/comment-page-1/#comment-1622</link>
		<dc:creator>Augusto Küttner de Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 07:51:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=929#comment-1622</guid>
		<description>Caro Jorge

Participação na sociedade pode ser mais assumido (talvez melhor feito???) como/com actos cívicos, do que até como/com política. Hoje esta está suficientemente desacreditada, para talvez irmos, estarmos, mais em cidadania. Até aos escrevermos estas insignificantes linhas, podemos, não sei!, estar a ir por aí...
Quanto ao tema concreto do “post” faz uma excelente e muito interessante análise, que e ainda bem, nos afasta da política e nos leva a boa, muito boa música. Pelo que o felicito.
Abraço do

Augusto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jorge</p>
<p>Participação na sociedade pode ser mais assumido (talvez melhor feito???) como/com actos cívicos, do que até como/com política. Hoje esta está suficientemente desacreditada, para talvez irmos, estarmos, mais em cidadania. Até aos escrevermos estas insignificantes linhas, podemos, não sei!, estar a ir por aí&#8230;<br />
Quanto ao tema concreto do “post” faz uma excelente e muito interessante análise, que e ainda bem, nos afasta da política e nos leva a boa, muito boa música. Pelo que o felicito.<br />
Abraço do</p>
<p>Augusto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge Conceição</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/comment-page-1/#comment-1621</link>
		<dc:creator>Jorge Conceição</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 22:32:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=929#comment-1621</guid>
		<description>Claro que há, Augusto. Mas é bom que não confudamos a barafunda das campanhas eleitorais e dos joguetes de poder, com a política concebida dum modo como o que referi a propósito do John Lennon ou com a praticada no Parlamento Europeu pelo dono deste blogue ou de coceitos análogos. Para mim política é participação na sociedade e o modo é importante.

Voltando ao tema do &quot;post&quot;: o vídeo aqui colocado corresponde a uma das melhores versões que eu conheço, que é a do Concerto para o Bangladesh organizado pelo George Harrison e onde o Eric Clapton (esse mago da guitarra) faz verdadeiramente &quot;chorar&quot; a guitarra. Aliás parece-me que é também a versão criada com o Clapton aquela que o George Harrison elegeu como a que correspondia ao seu sentir e significado, depois da versão incluída no chamado Album Branco dos Beatles ter sido muito criticada por si (e depois de terem sido ensaiadas 14 versões diferentes, todas elas do seu desagrado, acusando mesmo o John e o Paul de não a terem levado a sério e, por isso, nãose terem nela empenhado). Acho mesmo que esta versão (a do Concerto para o Bangladesh) é muito superior à do arranjo criado com cordas pelo George Martin sobre uma versão inicial e incluída no album comemorativo &quot;Love&quot;. 

Há ainda no YouTube uma outra versão ao vivo, também com o Eric Clapton (entre outros amigos feitos estrelas), onde este toca talvez ainda melhor, mas onde a voz do George já não tem a antiga sonoridade. Pode ser ouvida e vista em:
http://www.youtube.com/watch?v=0ITrQXES8kU&amp;NR=1</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que há, Augusto. Mas é bom que não confudamos a barafunda das campanhas eleitorais e dos joguetes de poder, com a política concebida dum modo como o que referi a propósito do John Lennon ou com a praticada no Parlamento Europeu pelo dono deste blogue ou de coceitos análogos. Para mim política é participação na sociedade e o modo é importante.</p>
<p>Voltando ao tema do &#8220;post&#8221;: o vídeo aqui colocado corresponde a uma das melhores versões que eu conheço, que é a do Concerto para o Bangladesh organizado pelo George Harrison e onde o Eric Clapton (esse mago da guitarra) faz verdadeiramente &#8220;chorar&#8221; a guitarra. Aliás parece-me que é também a versão criada com o Clapton aquela que o George Harrison elegeu como a que correspondia ao seu sentir e significado, depois da versão incluída no chamado Album Branco dos Beatles ter sido muito criticada por si (e depois de terem sido ensaiadas 14 versões diferentes, todas elas do seu desagrado, acusando mesmo o John e o Paul de não a terem levado a sério e, por isso, nãose terem nela empenhado). Acho mesmo que esta versão (a do Concerto para o Bangladesh) é muito superior à do arranjo criado com cordas pelo George Martin sobre uma versão inicial e incluída no album comemorativo &#8220;Love&#8221;. </p>
<p>Há ainda no YouTube uma outra versão ao vivo, também com o Eric Clapton (entre outros amigos feitos estrelas), onde este toca talvez ainda melhor, mas onde a voz do George já não tem a antiga sonoridade. Pode ser ouvida e vista em:<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/"><img src="http://img.youtube.com/vi/0ITrQXES8kU/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Augusto Küttner de Magalhães</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/comment-page-1/#comment-1619</link>
		<dc:creator>Augusto Küttner de Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 15:12:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=929#comment-1619</guid>
		<description>Penso não se tratar de não gostar de Política! A politica está a envolver-nos de tal forma, que parece não haver mais mundo para além dela, e há....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penso não se tratar de não gostar de Política! A politica está a envolver-nos de tal forma, que parece não haver mais mundo para além dela, e há&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge Conceição</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/comment-page-1/#comment-1618</link>
		<dc:creator>Jorge Conceição</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 14:47:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=929#comment-1618</guid>
		<description>Só uma ou duas observações a propósito deste tema e respectivas abordagens, do &quot;post&quot; e dos comentários decorrentes:
- Sendo o título de referência do &quot;post&quot; a excelente canção «While my Guitar Gently Weeps», de George Harrison, nada se diz sobre ele, enaltecendo-se apenas a dupla criativa Lennon/McCartney. O reservado George era, quanto a mim, o que verdadeiramente procurava e aprofundava novos caminhos na sonoridade musical bebendo na fonte outras culturas.
- A abordagem de John Lennon e da sua criatividade apenas pela relação biunívoca amor-arte fica incompleta sem a componente política, por muito que custe a quem não gosta que se fale de política. De política, enquanto preocupação com, interpretação do e intervenção no mundo que nos cerca e ao qual pertencemos, com os seus aspectos mais radiosos e mais sombrios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só uma ou duas observações a propósito deste tema e respectivas abordagens, do &#8220;post&#8221; e dos comentários decorrentes:<br />
- Sendo o título de referência do &#8220;post&#8221; a excelente canção «While my Guitar Gently Weeps», de George Harrison, nada se diz sobre ele, enaltecendo-se apenas a dupla criativa Lennon/McCartney. O reservado George era, quanto a mim, o que verdadeiramente procurava e aprofundava novos caminhos na sonoridade musical bebendo na fonte outras culturas.<br />
- A abordagem de John Lennon e da sua criatividade apenas pela relação biunívoca amor-arte fica incompleta sem a componente política, por muito que custe a quem não gosta que se fale de política. De política, enquanto preocupação com, interpretação do e intervenção no mundo que nos cerca e ao qual pertencemos, com os seus aspectos mais radiosos e mais sombrios.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Augusto Küttner de Magalhães</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/comment-page-1/#comment-1616</link>
		<dc:creator>Augusto Küttner de Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 09:09:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=929#comment-1616</guid>
		<description>Caro Rui Tavares

Só o tenho que felicitar pelo que aqui escreve: os meus sinceros parabéns.

Esqueçamos a política, dado haver mais vida para além de....

Estou a sitá-lo, se não se importa, dado achar excelente as observações tão pertinentes que faz.

Os Beatles não tinham perdido o “toque”. Só tinham perdido a capacidade de fazer coisas boas da maneira normal para passarem a fazer coisas geniais da maneira sofrida.
O autor do artigo não deixava de, a cada possibilidade, insinuar as semelhanças entre o fim de uma banda e o fim de uma relação amorosa. Isso vai desde o título do artigo (aquele “broke up”) até à descrição das brigas, das irritações e da mesquinhez mútua e magoada dos membros da banda.
Tão fácil que às vezes nos escapa o outro lado, ou seja, ver como as relações amorosas também são como as parcerias artísticas de certa maneira. Enfim. No sentido mais genérico, uma relação amorosa, — quando corre bem, quando corre mal, mas especialmente quando corre bem — tem as mesmas características da criação artística: o entusiasmo, os achados, a cristalização de uma linguagem privada, etc.
toque que ele tinha no telemóvel era nem mais nem menos do que — eu primeiro achei que estava a ter alucinações auditivas por excesso de repetições da música — While my Guitar Gently Weeps.

Um forte abraço pelo que escreveu, pela forma como escreveu

Augusto Küttner de Magalhães</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rui Tavares</p>
<p>Só o tenho que felicitar pelo que aqui escreve: os meus sinceros parabéns.</p>
<p>Esqueçamos a política, dado haver mais vida para além de&#8230;.</p>
<p>Estou a sitá-lo, se não se importa, dado achar excelente as observações tão pertinentes que faz.</p>
<p>Os Beatles não tinham perdido o “toque”. Só tinham perdido a capacidade de fazer coisas boas da maneira normal para passarem a fazer coisas geniais da maneira sofrida.<br />
O autor do artigo não deixava de, a cada possibilidade, insinuar as semelhanças entre o fim de uma banda e o fim de uma relação amorosa. Isso vai desde o título do artigo (aquele “broke up”) até à descrição das brigas, das irritações e da mesquinhez mútua e magoada dos membros da banda.<br />
Tão fácil que às vezes nos escapa o outro lado, ou seja, ver como as relações amorosas também são como as parcerias artísticas de certa maneira. Enfim. No sentido mais genérico, uma relação amorosa, — quando corre bem, quando corre mal, mas especialmente quando corre bem — tem as mesmas características da criação artística: o entusiasmo, os achados, a cristalização de uma linguagem privada, etc.<br />
toque que ele tinha no telemóvel era nem mais nem menos do que — eu primeiro achei que estava a ter alucinações auditivas por excesso de repetições da música — While my Guitar Gently Weeps.</p>
<p>Um forte abraço pelo que escreveu, pela forma como escreveu</p>
<p>Augusto Küttner de Magalhães</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Sousa</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/while-my-guitar-gently-weeps/comment-page-1/#comment-1613</link>
		<dc:creator>Rui Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 12:15:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=929#comment-1613</guid>
		<description>O Rock é dos movimentos artisticos mais fascinantes e mais comoventes também, a meu ver. Isto porque é uma onda criativa que nasce fundamentalmente da vontade de querer fazer. Quando o movimento começou, fosse nos E.U.A. ou na Inglaterra estava normalmente associado a pessoas sem nenhuma preparação musical ( quase nenhuma teórica e muito pouco prática ). Na época do Punk havia músicos que nem os acordes simples nas guitarras conseguiam fazer ( exemplo dos Ramones ). Aquilo que faltava em teoria sobrava em vontade e energia e talento, e foi esse querer que escreveu uma das páginas mais bonitas e ricas da história das artes, principalmente da música. Fizeram-se grandes músicas por pessoas que mal sabiam de música, mas mais do que isso criou-se um escape para a sociedade ( para os jovens ) que sufocavam no espartilho geracional/ hierárquico. Esta sua história dos Beatles é muito engraçada, é o que se chama uma boa história, mas voltando aos Beatles creio que são bem o exemplo do que é viver em sociedade. Se cada um se ocupar da sua área a coisa funciona e pode ser brilhante, se começarem a querer ter mais protagonismo que o outro ou se começarem a querer impor a sua visão aos outros a coisa acaba indiscutivelmente mal. Creio que os Beatles ( e eu tb não sou muito entendido na coisa ) tinham quatro elementos acima da média. O John e o Paul eram génios. O john era louco e o Paul era o que tentava gerir a loucura dele ( o John no liceu era um &quot;terrorista&quot; ). Quando surgiu a Yoco foi a gota de água. Apesar da paixão ter sido um tónico criativo para ele, a coisa tornou-se insustentável para o grupo. Aquelas imagens deles a ensair com a Yoko sentada ( tipo múmia )não augurava nada bom. Enfim ...acabou o grupo e ficou a música...e hoje continuamos a falar dela. 
Gostei muito do post.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Rock é dos movimentos artisticos mais fascinantes e mais comoventes também, a meu ver. Isto porque é uma onda criativa que nasce fundamentalmente da vontade de querer fazer. Quando o movimento começou, fosse nos E.U.A. ou na Inglaterra estava normalmente associado a pessoas sem nenhuma preparação musical ( quase nenhuma teórica e muito pouco prática ). Na época do Punk havia músicos que nem os acordes simples nas guitarras conseguiam fazer ( exemplo dos Ramones ). Aquilo que faltava em teoria sobrava em vontade e energia e talento, e foi esse querer que escreveu uma das páginas mais bonitas e ricas da história das artes, principalmente da música. Fizeram-se grandes músicas por pessoas que mal sabiam de música, mas mais do que isso criou-se um escape para a sociedade ( para os jovens ) que sufocavam no espartilho geracional/ hierárquico. Esta sua história dos Beatles é muito engraçada, é o que se chama uma boa história, mas voltando aos Beatles creio que são bem o exemplo do que é viver em sociedade. Se cada um se ocupar da sua área a coisa funciona e pode ser brilhante, se começarem a querer ter mais protagonismo que o outro ou se começarem a querer impor a sua visão aos outros a coisa acaba indiscutivelmente mal. Creio que os Beatles ( e eu tb não sou muito entendido na coisa ) tinham quatro elementos acima da média. O John e o Paul eram génios. O john era louco e o Paul era o que tentava gerir a loucura dele ( o John no liceu era um &#8220;terrorista&#8221; ). Quando surgiu a Yoco foi a gota de água. Apesar da paixão ter sido um tónico criativo para ele, a coisa tornou-se insustentável para o grupo. Aquelas imagens deles a ensair com a Yoko sentada ( tipo múmia )não augurava nada bom. Enfim &#8230;acabou o grupo e ficou a música&#8230;e hoje continuamos a falar dela.<br />
Gostei muito do post.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->
