Já sei o que vão dizer: que de acordo com a definição convencional de recessão (pelo menos dois trimestres de diminuição do PIB) não é possível enfiar oito recessões em apenas três anos. Ao que eu respondo: isso é duvidar das capacidades dos portugueses.
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:)
Mas esta era inevitável, ó Rui. Com todos os tipos que nos compram coisas em recessão, à excepção de Angola e, por enquanto, Brasil, nunca tivemos a mais pequena hipótese de fugir a ela também. Por mais eficientes que fossem o nosso governo e empresários, e nós bem sabemos o quão eficientes são uns e outros, bastava o célebre efeito dominó para nos fazer cair de cu. Sem apelo nem agravo. Nem grandes almofadas.
A nossa melhor hipótese é que a recessão dos outros seja suficientemente curta para recomeçarem rapidamente a comprar-nos coisas. Caso contrário, esta pode bem ser a pior das três.
Será que é desta que o Estado investe no tecido produtivo, deslocando o motor do crescimento económico por uma vez do consumo privado para a exportação de bens transformados? Claro que não: para isso era preciso termos empresas públicas bem geridas, condição preclusiva de as transformar em postos de sinecura para comparsas partidários, e isso embarrilava o sistema todo…
isto prova que ainda nao se cresceu verdadeiramente, durante um periodo longo e de forma sustentavel, nos ultimos anos.
de recessao em recessao e sem apostar na educacao… nao vamos a lado nenhum.
nao da para brincar, mas os periodos de crescimento comecam a parecer anormais.