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	<title>Comentários em: O que fazer à informação?</title>
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		<title>Por: RR</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/o-que-fazer-a-informacao/comment-page-1/#comment-1451</link>
		<dc:creator>RR</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 01:40:20 +0000</pubDate>
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		<description>Não me referia ao tempo como o tempo que conhecemos da invenção do homem, em horas ou minutos ou anos, mas do tempo como dimensão e elemento vectorial continuo que apenas é perceptível quando analisado em segementos (história) e que agora cada vez será mais importante a capacidade para tal analise muito devido á existência de outros espaços (excesso de informação) que a par de todas as inovações tecnológicas (media, informática e afins) se cruzam numa matriz impossível de avaliar durante as próximas gerações.

Daí que será conveniente aceitar a sua coexistência para bem de toda a natural evolução em matriz em todos os campos da actividade como acontece na ciência ao nível molecular ou em outros campos, coexistindo assim multiplos universos culturais (ex: real/virtual).

Por acaso a questão dos dinossauros deu-se exactamente pelo oposto, apenas por razões biológicas e não genéticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não me referia ao tempo como o tempo que conhecemos da invenção do homem, em horas ou minutos ou anos, mas do tempo como dimensão e elemento vectorial continuo que apenas é perceptível quando analisado em segementos (história) e que agora cada vez será mais importante a capacidade para tal analise muito devido á existência de outros espaços (excesso de informação) que a par de todas as inovações tecnológicas (media, informática e afins) se cruzam numa matriz impossível de avaliar durante as próximas gerações.</p>
<p>Daí que será conveniente aceitar a sua coexistência para bem de toda a natural evolução em matriz em todos os campos da actividade como acontece na ciência ao nível molecular ou em outros campos, coexistindo assim multiplos universos culturais (ex: real/virtual).</p>
<p>Por acaso a questão dos dinossauros deu-se exactamente pelo oposto, apenas por razões biológicas e não genéticas.</p>
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		<title>Por: rui lucas</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/o-que-fazer-a-informacao/comment-page-1/#comment-1450</link>
		<dc:creator>rui lucas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 00:31:11 +0000</pubDate>
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		<description>Como diz,o grande problema é o da medida do tempo.
Nas teorias irónicas,sobre o desaparecimento dos dinossauros,já havia referência a essa questão.
De uma forma aligeirada,era mais ou menos isto:
Os dinossauros tinham atingido uma dimensão(e um peso) tão grande,que precisavam de muitas horas para se alimentarem.Como,há milénios,o dia só tem 24 horas esses grandes comilões deixaram de ter tempo para se alimentarem.As 24 horas não chegavam.
Coitados dos dinossauros.
Morreram à fome,por falta de tempo para comerem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como diz,o grande problema é o da medida do tempo.<br />
Nas teorias irónicas,sobre o desaparecimento dos dinossauros,já havia referência a essa questão.<br />
De uma forma aligeirada,era mais ou menos isto:<br />
Os dinossauros tinham atingido uma dimensão(e um peso) tão grande,que precisavam de muitas horas para se alimentarem.Como,há milénios,o dia só tem 24 horas esses grandes comilões deixaram de ter tempo para se alimentarem.As 24 horas não chegavam.<br />
Coitados dos dinossauros.<br />
Morreram à fome,por falta de tempo para comerem.</p>
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		<title>Por: RR</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/o-que-fazer-a-informacao/comment-page-1/#comment-1449</link>
		<dc:creator>RR</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 22:53:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=876#comment-1449</guid>
		<description>Caro Rui desejo antes de mais, dar-lhe os parabéns pelo seu blog pois cruzei-me hoje com ele por mero acaso e vai passar a estar na minha lista de leituras ocasionais.

Quanto a este tema, e na minha modesta opinião, é um tema um pouco já &quot;demodé&quot; por a suposta carga de informação já existir em demasia ha várias décadas com a única diferença de que hoje essa mesma informação está disponivel para todos.

Esta pequena mas brutal diferença faz com que hoje qualquer individuo possa extrapolar da informação que contem o seu próprio pensamente, crítica, opinião e demais transformações por livre vontade e sem qualquer tipo de &quot;filtro&quot;.

Nesta linha de pensamento e se analisarmos em analogia numa possivel tradução matemática, observamos que invetivavelmente se criarão infinitas matrizes de informação que existirá sempre para explorar.

Na arte por exemplo a complexidade é tal, que os críticos e os historiadores precisarão sempre das tradicionais ancoras estéticas para se firmarem num porto seguro, referenciando apenas as continuidades dessas mesmas ancoras, muitas das vezes já totalmente ultrapassadas pelas futuras que ainda não reconheceram pelo excesso de informação existente.

Ou seja, na arte e noutros dominios, a questão do tempo no reconhecimento do &quot;novo&quot; do &quot;bom&quot; ou do &quot;mau&quot; já não se dá como dantes, como algo que variava com o próprio tempo á medida que era constatado mas varia ao mesmo tempo, em várias direcções e por camadas que acabam por definir universos distintos que cada vez mais se cruzam e intersectam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rui desejo antes de mais, dar-lhe os parabéns pelo seu blog pois cruzei-me hoje com ele por mero acaso e vai passar a estar na minha lista de leituras ocasionais.</p>
<p>Quanto a este tema, e na minha modesta opinião, é um tema um pouco já &#8220;demodé&#8221; por a suposta carga de informação já existir em demasia ha várias décadas com a única diferença de que hoje essa mesma informação está disponivel para todos.</p>
<p>Esta pequena mas brutal diferença faz com que hoje qualquer individuo possa extrapolar da informação que contem o seu próprio pensamente, crítica, opinião e demais transformações por livre vontade e sem qualquer tipo de &#8220;filtro&#8221;.</p>
<p>Nesta linha de pensamento e se analisarmos em analogia numa possivel tradução matemática, observamos que invetivavelmente se criarão infinitas matrizes de informação que existirá sempre para explorar.</p>
<p>Na arte por exemplo a complexidade é tal, que os críticos e os historiadores precisarão sempre das tradicionais ancoras estéticas para se firmarem num porto seguro, referenciando apenas as continuidades dessas mesmas ancoras, muitas das vezes já totalmente ultrapassadas pelas futuras que ainda não reconheceram pelo excesso de informação existente.</p>
<p>Ou seja, na arte e noutros dominios, a questão do tempo no reconhecimento do &#8220;novo&#8221; do &#8220;bom&#8221; ou do &#8220;mau&#8221; já não se dá como dantes, como algo que variava com o próprio tempo á medida que era constatado mas varia ao mesmo tempo, em várias direcções e por camadas que acabam por definir universos distintos que cada vez mais se cruzam e intersectam.</p>
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	<item>
		<title>Por: Augusto Küttner de Magalhães</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/o-que-fazer-a-informacao/comment-page-1/#comment-1448</link>
		<dc:creator>Augusto Küttner de Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 22:09:45 +0000</pubDate>
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		<description>Exactamente, LRodtigues

AKM</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exactamente, LRodtigues</p>
<p>AKM</p>
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		<title>Por: l.rodrigues</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/o-que-fazer-a-informacao/comment-page-1/#comment-1447</link>
		<dc:creator>l.rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 18:28:46 +0000</pubDate>
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		<description>Depois de ler umas coisas sobre o assunto (uma leitura fundadora foi um pequeno livro chamado &quot;Influência&quot;, popular em alguns meios do marketing), fiquei convicto de que o excesso de informação (independentemente da qualidade) acaba por esbater a nossa condição de &quot;animais superiores&quot;. 

Uma das coisas que nos distingue do resto da bicharada é a capacidade de reflectir. Pensar no que vimos, ouvimos, etc, e antecipar desfechos, consequências, futuro etc. È muito fácil construir situações em que reagimos por instinto, numa clara economia de esforço. E somos tanto mais chamados a essa economia quanto menos formos capazes de processar a informação. 

Por isso a quantidade excessiva funcionará sempre contra nós. Acabamos por dar mais resposta ao que é mais fácil, mais imediato, e aos que manipulam os nossos gatilhos mais primitivos, sejam eles instintos, emoções ou mecanismos simples de decisão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler umas coisas sobre o assunto (uma leitura fundadora foi um pequeno livro chamado &#8220;Influência&#8221;, popular em alguns meios do marketing), fiquei convicto de que o excesso de informação (independentemente da qualidade) acaba por esbater a nossa condição de &#8220;animais superiores&#8221;. </p>
<p>Uma das coisas que nos distingue do resto da bicharada é a capacidade de reflectir. Pensar no que vimos, ouvimos, etc, e antecipar desfechos, consequências, futuro etc. È muito fácil construir situações em que reagimos por instinto, numa clara economia de esforço. E somos tanto mais chamados a essa economia quanto menos formos capazes de processar a informação. </p>
<p>Por isso a quantidade excessiva funcionará sempre contra nós. Acabamos por dar mais resposta ao que é mais fácil, mais imediato, e aos que manipulam os nossos gatilhos mais primitivos, sejam eles instintos, emoções ou mecanismos simples de decisão.</p>
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		<title>Por: Augusto Küttner de Magalhães</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/o-que-fazer-a-informacao/comment-page-1/#comment-1445</link>
		<dc:creator>Augusto Küttner de Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 08:43:26 +0000</pubDate>
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		<description>Se todos e cada um apostarmos na qualidade pela qualidade ecom qualidade, sem segundo, terceiros ou quintos intersses, muito ainda pode ser bem mudadado!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se todos e cada um apostarmos na qualidade pela qualidade ecom qualidade, sem segundo, terceiros ou quintos intersses, muito ainda pode ser bem mudadado!!!!</p>
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		<title>Por: Nuno Ferreira</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/o-que-fazer-a-informacao/comment-page-1/#comment-1443</link>
		<dc:creator>Nuno Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 14:24:56 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Rui,

concordo inteiramente com esta reflexão, que põe o dedo na ferida, a informação é muita, mas pouca é de &quot;qualidade&quot;, e a de qualidade, isenta, educativa, é fortemente ultrapassada pela populista, básica e focada no acessório e geradora de cidadãos info-excluidos. A estratégia é semelhante ao analfabetismo, só que vivemos um analfabetismo por excesso de informação de má qualidade, que adormece as pessoas, e esconde as questões realmente importantes.
Esse papel de mediador e formador de cidadãos existia nos paises ocidentais e &quot;desenvolvidos&quot; com a acção das Bibliotecas (Escolares, Públicas, Universitárias, etc.) mas com o corte gradual de verbas, de recursos, acelerado agora com a crise tem contribuido para uma inversão deste papel com todas as consequências que daqui advêm, veja o caso dos cortes escandalosos que atingem as Bibliotecas Públicas de Nova Iorque, em que a direcção teve que apelar a figuras públicas para que salvassem a herança e os serviços gratuítos oferecidos à população. Mas também cá, com o afogamento orçamental da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, desde do inicio desta legislatura, que impede a criação de novas bibliotecas, assim como, dos respecivos serviços, tão necessários em tempos de crise.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rui,</p>
<p>concordo inteiramente com esta reflexão, que põe o dedo na ferida, a informação é muita, mas pouca é de &#8220;qualidade&#8221;, e a de qualidade, isenta, educativa, é fortemente ultrapassada pela populista, básica e focada no acessório e geradora de cidadãos info-excluidos. A estratégia é semelhante ao analfabetismo, só que vivemos um analfabetismo por excesso de informação de má qualidade, que adormece as pessoas, e esconde as questões realmente importantes.<br />
Esse papel de mediador e formador de cidadãos existia nos paises ocidentais e &#8220;desenvolvidos&#8221; com a acção das Bibliotecas (Escolares, Públicas, Universitárias, etc.) mas com o corte gradual de verbas, de recursos, acelerado agora com a crise tem contribuido para uma inversão deste papel com todas as consequências que daqui advêm, veja o caso dos cortes escandalosos que atingem as Bibliotecas Públicas de Nova Iorque, em que a direcção teve que apelar a figuras públicas para que salvassem a herança e os serviços gratuítos oferecidos à população. Mas também cá, com o afogamento orçamental da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, desde do inicio desta legislatura, que impede a criação de novas bibliotecas, assim como, dos respecivos serviços, tão necessários em tempos de crise.</p>
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		<title>Por: Augusto Küttner de Magalhães</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/o-que-fazer-a-informacao/comment-page-1/#comment-1442</link>
		<dc:creator>Augusto Küttner de Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 23:37:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=876#comment-1442</guid>
		<description>Caro Rui Tavares, o unico comentário a este texto, é : parabens, pela forma e pelo conteudo! totalmente de acordo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rui Tavares, o unico comentário a este texto, é : parabens, pela forma e pelo conteudo! totalmente de acordo!</p>
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