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	<title>Comentários em: Não é defeito, é feitio</title>
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		<title>Por: Dos comentários at ruitavares.net</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/nao-e-defeito-e-feitio/comment-page-1/#comment-544</link>
		<dc:creator>Dos comentários at ruitavares.net</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 18:11:01 +0000</pubDate>
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		<description>[...] O leitor Justiniano faz considerações interessantes aqui: [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O leitor Justiniano faz considerações interessantes aqui: [...]</p>
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		<title>Por: Os meninos das mamãs at Atlântico expresso</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/nao-e-defeito-e-feitio/comment-page-1/#comment-539</link>
		<dc:creator>Os meninos das mamãs at Atlântico expresso</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 10:33:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] sobre o assunto o que considero um dos mais eloquentes e sensatos comentadores da nossa praça, Rui Tavares. E que nos resta, Fernando? Ficar a ver o aperto cada vez mais agudo e insuportável, porque quem [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] sobre o assunto o que considero um dos mais eloquentes e sensatos comentadores da nossa praça, Rui Tavares. E que nos resta, Fernando? Ficar a ver o aperto cada vez mais agudo e insuportável, porque quem [...]</p>
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		<title>Por: Jovem universitária e outras metáforas &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/nao-e-defeito-e-feitio/comment-page-1/#comment-537</link>
		<dc:creator>Jovem universitária e outras metáforas &#171; O Insurgente</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 23:07:57 +0000</pubDate>
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		<description>[...] dedicada aos mercados financeiros, de prestígio intocável) conclui que o Rui Tavares estrutura este artigo em redor daquilo que ele classificou como &#8220;acertar no totobola à [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] dedicada aos mercados financeiros, de prestígio intocável) conclui que o Rui Tavares estrutura este artigo em redor daquilo que ele classificou como &#8220;acertar no totobola à [...]</p>
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		<title>Por: Justiniano</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/nao-e-defeito-e-feitio/comment-page-1/#comment-531</link>
		<dc:creator>Justiniano</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 09:23:36 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimo R Tavares!
É evidente o que refere! E tem razão!
Nos fundamentais já se adivinhavam estes problemas, era um acidente à espera de acontecer.
O problema para mim resulta é o seguinte.
Há alguma esquerda que regozija com este problema por ser visto, por eles, como a consequencia lógica do liberalismo económico.
Há uma outra esquerda que, não querendo afundar o liberalismo económico, refere ser o evento o ocaso da desregulação do mercado e a derrota do &quot;neo-liberalismo&quot;.
Há a direita ortodoxa liberal que tem um sentimento misto, era quem maioritariamente lançava avisos de que &quot;o desastre estava à espera de acontecer&quot; e que os fundamentais da economia estavam a ser subvertidos. A democratização do crédito atiçava, em crescendo, a gula irresponsável dos trabalhadores e consumidores. A dierita ortodoxa é fiduciária o suficiente para saber os riscos que se estavam a correr e não aprecia minimamente estes riscos. Esta direita não vive atormentada pela exigencia do crescimento económico, nem vê necessário adequar os fundamentais da economia ao serviço de políticas expansionistas.
A direita &quot;neo-liberal&quot;, aquela que acha que consegue fazer a ponte entre a democracia económica e o mercado, a tal que é criativa o suficiente para criar estes mecanismos de oferta e que joga no limite da racionalidade económica, parece ser aquela que hoje sofre o constrangimento da derrota, pois foi também aquela a quem se atribui o crescimento económico das duas últimas décadas.
Ou seja o meu ponto é o seguinte, à consideração do R Tavares.
Sendo que nos propósitos finalisticos da economia a esquerda progressista, amiga do crescimento económico baseado no crescimento do mercado se identifica mais com a direita &quot;neo-liberal&quot; doque se identifica com a esquerda &quot;contra economia de mercado&quot; ou com a direita ortodoxa, como pode esta, de certo modo, regozijar com a falencia dos instrumentos financeiros que possibilitaram o momento da história da humanidade em que um maior número de pessoas teve acesso a bens que são instrumento de realização máxima de dignidade da pessoa humana e satisfazem necessidades de conforto sem igual na história da humanidade (habitação, consumo de conforto...automóvel, comunicaçoes...).
Parece-me corresponder mais à ideia de &quot;cuspir no prato onde comeu&quot;.
Eu compreendo que a inimizade, que desune socialistas democráticos e &quot;neo-liberais&quot;, é forte mas daí a abandonar a defesa do modelo aos &quot;neo-liberais&quot; acantonados, parece-me ser cruel com a história.
Lula da Silva regozija com a falencia dos mercados que nos últimos 20 anos levaram ao Brasil capital suficiente para transformá-lo no maior produtor alimentar mundial e consequentemente retirar da pobreza milhões de Brasileiros.
Lula não deixou de manter a liberdade dos mercados funcionarem e importar capital para financiar projectos produtivos que de outro modo estariam ainda por realizar (não obstante manter controlo sobre a exportação de capitais - o Brasil não é uma economia aberta).
Do mesmo modo o R Tavares advoga a política de expansão do crédito para o imobiliário vetuzto das nossas cidades, sabendo ou não, que somos um País deficitário em termos de capital (o nosso déficit comercial é de cerca de 10% do PIB), ou seja que teriamos de importar mais capital, como temos feito, para financiar o imobiliário e deste modo espor os Bancos Portugueses à dívida muito para além da capacidade da economia Nacional.
O que sobra!?
Sobram os ortodoxos que avisavam para &quot;o acidente à espera de acontecer&quot;, os conservadores proteccionistas, a Esquerda anti mercado e sobretudo sobram a esquerda progressista, isto pressupondo a derrota dos &quot;neo-liberais&quot;.
Qual a resposta dos democratas progressistas não querendo repetir as mesmas receitas!?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo R Tavares!<br />
É evidente o que refere! E tem razão!<br />
Nos fundamentais já se adivinhavam estes problemas, era um acidente à espera de acontecer.<br />
O problema para mim resulta é o seguinte.<br />
Há alguma esquerda que regozija com este problema por ser visto, por eles, como a consequencia lógica do liberalismo económico.<br />
Há uma outra esquerda que, não querendo afundar o liberalismo económico, refere ser o evento o ocaso da desregulação do mercado e a derrota do &#8220;neo-liberalismo&#8221;.<br />
Há a direita ortodoxa liberal que tem um sentimento misto, era quem maioritariamente lançava avisos de que &#8220;o desastre estava à espera de acontecer&#8221; e que os fundamentais da economia estavam a ser subvertidos. A democratização do crédito atiçava, em crescendo, a gula irresponsável dos trabalhadores e consumidores. A dierita ortodoxa é fiduciária o suficiente para saber os riscos que se estavam a correr e não aprecia minimamente estes riscos. Esta direita não vive atormentada pela exigencia do crescimento económico, nem vê necessário adequar os fundamentais da economia ao serviço de políticas expansionistas.<br />
A direita &#8220;neo-liberal&#8221;, aquela que acha que consegue fazer a ponte entre a democracia económica e o mercado, a tal que é criativa o suficiente para criar estes mecanismos de oferta e que joga no limite da racionalidade económica, parece ser aquela que hoje sofre o constrangimento da derrota, pois foi também aquela a quem se atribui o crescimento económico das duas últimas décadas.<br />
Ou seja o meu ponto é o seguinte, à consideração do R Tavares.<br />
Sendo que nos propósitos finalisticos da economia a esquerda progressista, amiga do crescimento económico baseado no crescimento do mercado se identifica mais com a direita &#8220;neo-liberal&#8221; doque se identifica com a esquerda &#8220;contra economia de mercado&#8221; ou com a direita ortodoxa, como pode esta, de certo modo, regozijar com a falencia dos instrumentos financeiros que possibilitaram o momento da história da humanidade em que um maior número de pessoas teve acesso a bens que são instrumento de realização máxima de dignidade da pessoa humana e satisfazem necessidades de conforto sem igual na história da humanidade (habitação, consumo de conforto&#8230;automóvel, comunicaçoes&#8230;).<br />
Parece-me corresponder mais à ideia de &#8220;cuspir no prato onde comeu&#8221;.<br />
Eu compreendo que a inimizade, que desune socialistas democráticos e &#8220;neo-liberais&#8221;, é forte mas daí a abandonar a defesa do modelo aos &#8220;neo-liberais&#8221; acantonados, parece-me ser cruel com a história.<br />
Lula da Silva regozija com a falencia dos mercados que nos últimos 20 anos levaram ao Brasil capital suficiente para transformá-lo no maior produtor alimentar mundial e consequentemente retirar da pobreza milhões de Brasileiros.<br />
Lula não deixou de manter a liberdade dos mercados funcionarem e importar capital para financiar projectos produtivos que de outro modo estariam ainda por realizar (não obstante manter controlo sobre a exportação de capitais &#8211; o Brasil não é uma economia aberta).<br />
Do mesmo modo o R Tavares advoga a política de expansão do crédito para o imobiliário vetuzto das nossas cidades, sabendo ou não, que somos um País deficitário em termos de capital (o nosso déficit comercial é de cerca de 10% do PIB), ou seja que teriamos de importar mais capital, como temos feito, para financiar o imobiliário e deste modo espor os Bancos Portugueses à dívida muito para além da capacidade da economia Nacional.<br />
O que sobra!?<br />
Sobram os ortodoxos que avisavam para &#8220;o acidente à espera de acontecer&#8221;, os conservadores proteccionistas, a Esquerda anti mercado e sobretudo sobram a esquerda progressista, isto pressupondo a derrota dos &#8220;neo-liberais&#8221;.<br />
Qual a resposta dos democratas progressistas não querendo repetir as mesmas receitas!?</p>
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	<item>
		<title>Por: Zé</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/nao-e-defeito-e-feitio/comment-page-1/#comment-530</link>
		<dc:creator>Zé</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 09:11:29 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpe lá - eu prometo que não maço mais - mas nem eu nem ninguém pode perceber o ponto deste artigo. Acha que foi por falta de regulação? Há muito boa gente - tão honesta como nós e que sabe muito mais do assunto do que nós - que acha com óptimos argumentos que a regulação já existente, que é extensíssima, como deve saber só agrava os problemas. As regras existentes chegam e sobram para punir os abusos que se verificaram e não tenha dúvidas que os EUA nisso são muito melhores que a Europa em geral e do que Portugal nem é bom falar.
Achar que o problema é da regulação é o mesmo que dizer que os assassínios é da falta de regulação (que talvez devesse impedir-nos de nos aproximarmos uns dos outros).
Acresce, por fim, que não é verdade que os benefícios sejam de poucos e os prejuízos de muitos. A dimensão desta crise resulta precisamente da popularização do crédito no Ocidente e da signficativa melhoria das condições de vida do Terceiro Mundo.
O que tem de ser tem muita força.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe lá &#8211; eu prometo que não maço mais &#8211; mas nem eu nem ninguém pode perceber o ponto deste artigo. Acha que foi por falta de regulação? Há muito boa gente &#8211; tão honesta como nós e que sabe muito mais do assunto do que nós &#8211; que acha com óptimos argumentos que a regulação já existente, que é extensíssima, como deve saber só agrava os problemas. As regras existentes chegam e sobram para punir os abusos que se verificaram e não tenha dúvidas que os EUA nisso são muito melhores que a Europa em geral e do que Portugal nem é bom falar.<br />
Achar que o problema é da regulação é o mesmo que dizer que os assassínios é da falta de regulação (que talvez devesse impedir-nos de nos aproximarmos uns dos outros).<br />
Acresce, por fim, que não é verdade que os benefícios sejam de poucos e os prejuízos de muitos. A dimensão desta crise resulta precisamente da popularização do crédito no Ocidente e da signficativa melhoria das condições de vida do Terceiro Mundo.<br />
O que tem de ser tem muita força.</p>
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	<item>
		<title>Por: agitador</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/nao-e-defeito-e-feitio/comment-page-1/#comment-528</link>
		<dc:creator>agitador</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 00:38:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=363#comment-528</guid>
		<description>isto de passar para responsabilidade publica pecados privados nao é novidade. desde as famosas externalidades, até empresas que depois de falirem tornaram-se publicas e passaram a dar lucro e entao retomaram o seu caminho pela via privada.

a historia repete-se só que desta vez a dimensao é outra e isto é que me preocupa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>isto de passar para responsabilidade publica pecados privados nao é novidade. desde as famosas externalidades, até empresas que depois de falirem tornaram-se publicas e passaram a dar lucro e entao retomaram o seu caminho pela via privada.</p>
<p>a historia repete-se só que desta vez a dimensao é outra e isto é que me preocupa.</p>
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