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	<title>Comentários em: Gestor Pangloss</title>
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		<title>Por: Soluções para a crise: mais regulação, mas qual? &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/gestor-pangloss/comment-page-1/#comment-522</link>
		<dc:creator>Soluções para a crise: mais regulação, mas qual? &#171; O Insurgente</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 09:21:19 +0000</pubDate>
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		<description>[...] das boas soluções, espero em especial contribuições do Rui Tavares, que, como afirmou, andou &#8220;durante estes anos a aturar os consultores da Merril Lynch, os gestores da Lehman Brothers, o..., pelo que deve estar por dentro daquilo que correu [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] das boas soluções, espero em especial contribuições do Rui Tavares, que, como afirmou, andou &#8220;durante estes anos a aturar os consultores da Merril Lynch, os gestores da Lehman Brothers, o&#8230;, pelo que deve estar por dentro daquilo que correu [...]</p>
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		<title>Por: Ainda há pluralismo de graça at ruitavares.net</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/gestor-pangloss/comment-page-1/#comment-514</link>
		<dc:creator>Ainda há pluralismo de graça at ruitavares.net</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 17:37:40 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Gestor Pangloss [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Gestor Pangloss [...]</p>
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		<title>Por: Zé</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/gestor-pangloss/comment-page-1/#comment-503</link>
		<dc:creator>Zé</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 10:41:21 +0000</pubDate>
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		<description>Penintencio-me das gralhas do texto supra, especialmente do &quot;servem com vista&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penintencio-me das gralhas do texto supra, especialmente do &#8220;servem com vista&#8221;.</p>
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		<title>Por: Zé</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/gestor-pangloss/comment-page-1/#comment-502</link>
		<dc:creator>Zé</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 10:30:30 +0000</pubDate>
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		<description>Eu sou culturalmente de esquerda, mas entretanto tornei-me o verdadeiro neo-liberalista. Julgo eu que o que sucede é que me confrontei com a realidade do trabalho e do mercado e percebi uma coisa que escapa aos dogmas de esquerda e também de muita da direita: a riqueza (podemos chamar-lhe valor ou dinheiro) não cai do céu e o factor que a gera é uma coisa para a qual a melhor designação é a empresa. E as empresas, que são criações de pessoas de carne e osso, serão mais e melhores quanto mais livres forem as pessoas (o que hoje se chama a desregulação porque já havia regras a mais). Invenções, aliás fascizantes, como a ASAE ou a Direcção-Geral de Viação e os regulamentos aburdos que implementam, são formas artificiais de desviar recursos, não tênm conteúdo útil praticamente nenhum e servem com vista a dificultar a criação de riqueza - isto são meros exemplos claro.
Dito isto, que é uma introdução, é claro que é um imperativo moral, para a sociedade e para cada um, apoiar os necessitados  (desemprego, saúde, velhice) e criar condições mínimas de igualdade à partida (educação).
Ao contrário do que certamente pensa isto exige muito menos regras jurídicas do que hoje temos e muito menos Estado do que hoje temos. Hoje em dia, quer queiram quer não, o verdadeiro progressismo (ou seja o sentido da melhoria das condições de vida da da população e dos mais desfavorecidos em particular) consiste no chamado liberalismo.
É importante que se mantenha o debate para que se alcancem os melhores equilíbrios a cada momento e portanto a sua seriedade e a sua inteligência são importantes.
Porque assim é, atrevo-me a pedir-lhe, com sinceridade e com admiração por muitos escritos passados, que não baixe o seu nível e não abdique da honestidade intelectual o que penso que tem vindo a acontecer nos seus últimos artigos (pior que este era um inacreditável em que comparava o tiro de um GNR numa criança com uma lei absurda do Estado).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou culturalmente de esquerda, mas entretanto tornei-me o verdadeiro neo-liberalista. Julgo eu que o que sucede é que me confrontei com a realidade do trabalho e do mercado e percebi uma coisa que escapa aos dogmas de esquerda e também de muita da direita: a riqueza (podemos chamar-lhe valor ou dinheiro) não cai do céu e o factor que a gera é uma coisa para a qual a melhor designação é a empresa. E as empresas, que são criações de pessoas de carne e osso, serão mais e melhores quanto mais livres forem as pessoas (o que hoje se chama a desregulação porque já havia regras a mais). Invenções, aliás fascizantes, como a ASAE ou a Direcção-Geral de Viação e os regulamentos aburdos que implementam, são formas artificiais de desviar recursos, não tênm conteúdo útil praticamente nenhum e servem com vista a dificultar a criação de riqueza &#8211; isto são meros exemplos claro.<br />
Dito isto, que é uma introdução, é claro que é um imperativo moral, para a sociedade e para cada um, apoiar os necessitados  (desemprego, saúde, velhice) e criar condições mínimas de igualdade à partida (educação).<br />
Ao contrário do que certamente pensa isto exige muito menos regras jurídicas do que hoje temos e muito menos Estado do que hoje temos. Hoje em dia, quer queiram quer não, o verdadeiro progressismo (ou seja o sentido da melhoria das condições de vida da da população e dos mais desfavorecidos em particular) consiste no chamado liberalismo.<br />
É importante que se mantenha o debate para que se alcancem os melhores equilíbrios a cada momento e portanto a sua seriedade e a sua inteligência são importantes.<br />
Porque assim é, atrevo-me a pedir-lhe, com sinceridade e com admiração por muitos escritos passados, que não baixe o seu nível e não abdique da honestidade intelectual o que penso que tem vindo a acontecer nos seus últimos artigos (pior que este era um inacreditável em que comparava o tiro de um GNR numa criança com uma lei absurda do Estado).</p>
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	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; Embrace Your Inner Queen of Hearts</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/gestor-pangloss/comment-page-1/#comment-501</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Embrace Your Inner Queen of Hearts</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 09:51:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] é curioso analisar o que dizem por lá sobre os gestores Pangloss os dois lados da barricada que por cá parece intransponível para muitos. Por exemplo, Allison [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] é curioso analisar o que dizem por lá sobre os gestores Pangloss os dois lados da barricada que por cá parece intransponível para muitos. Por exemplo, Allison [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Álvaro da Costa Cabral e Gil</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/gestor-pangloss/comment-page-1/#comment-499</link>
		<dc:creator>Álvaro da Costa Cabral e Gil</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 09:14:43 +0000</pubDate>
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		<description>Caro,
Subscrevo cada palavra do seu artigo &quot;Gestor Pangloss&quot;. Parece-me que começa finalmente a aparecer uma mentalidade social no meio destes comentários. Entregámos a opinião aos especialistas que, sendo bons a analisar problemas específicos, perdem normalmente a noção do todo. Temos que nos apoiar nos especialistas para avalisar determinado tipo de informações, mas não podemos contar com a sua leitura dos acontecimentos. Por outro lado temos que nos virar directamente para os portugueses e questioná-los sobre se para o problema da desigualdade que existe em Portugal a solução passa pelos sucessivos governos, ou se passa mais pelos próprios. Nas empresas as chefias têm que começar a subordinar os seus vencimentos e prémios aos vencimentos e prémios dos seus colaboradores. É das chefias a responsabilidade da produtividade nas empresas. Se nas empresas as chefias ganharem sempre na proporção das suas equipas, passamos a ter empresas mais eficazes, mais apostadas na formação, mais humanizadas, mais focadas no ser humano. Deixa de ser o acionista o centro de todas as decisões. Aproveito para partilhar consigo que por outro lado as empresas na bolsa nunca deviam de valorizar nem desvalorizar mais do 20% ao ano. Valorização mais do que suficiente para qualquer aplicação de capital. No final do ano o valor das acções seria acertado ao valor real das empresas. Se a empresa valorizar mais do 20% o ganho será maior. Caso contrário as acções desvalorizariam até ao valor real da empresa.
Mais fica por escrever.
Um abraço.

Álvaro Gil</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro,<br />
Subscrevo cada palavra do seu artigo &#8220;Gestor Pangloss&#8221;. Parece-me que começa finalmente a aparecer uma mentalidade social no meio destes comentários. Entregámos a opinião aos especialistas que, sendo bons a analisar problemas específicos, perdem normalmente a noção do todo. Temos que nos apoiar nos especialistas para avalisar determinado tipo de informações, mas não podemos contar com a sua leitura dos acontecimentos. Por outro lado temos que nos virar directamente para os portugueses e questioná-los sobre se para o problema da desigualdade que existe em Portugal a solução passa pelos sucessivos governos, ou se passa mais pelos próprios. Nas empresas as chefias têm que começar a subordinar os seus vencimentos e prémios aos vencimentos e prémios dos seus colaboradores. É das chefias a responsabilidade da produtividade nas empresas. Se nas empresas as chefias ganharem sempre na proporção das suas equipas, passamos a ter empresas mais eficazes, mais apostadas na formação, mais humanizadas, mais focadas no ser humano. Deixa de ser o acionista o centro de todas as decisões. Aproveito para partilhar consigo que por outro lado as empresas na bolsa nunca deviam de valorizar nem desvalorizar mais do 20% ao ano. Valorização mais do que suficiente para qualquer aplicação de capital. No final do ano o valor das acções seria acertado ao valor real das empresas. Se a empresa valorizar mais do 20% o ganho será maior. Caso contrário as acções desvalorizariam até ao valor real da empresa.<br />
Mais fica por escrever.<br />
Um abraço.</p>
<p>Álvaro Gil</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mr. Steed</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/gestor-pangloss/comment-page-1/#comment-498</link>
		<dc:creator>Mr. Steed</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 09:02:26 +0000</pubDate>
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		<description>e que tal ignorá-los por agora? assim como assim não estão a dizer nada de jeito.

nota mental: o tal de António Borges é um indivíduo perigoso. lembrar que anda gente a empurrá-lo para a liderança de um partido. ter presente nunca votar nele mesmo que na altura pareça boa ideia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e que tal ignorá-los por agora? assim como assim não estão a dizer nada de jeito.</p>
<p>nota mental: o tal de António Borges é um indivíduo perigoso. lembrar que anda gente a empurrá-lo para a liderança de um partido. ter presente nunca votar nele mesmo que na altura pareça boa ideia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: agitador</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/gestor-pangloss/comment-page-1/#comment-495</link>
		<dc:creator>agitador</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 01:58:17 +0000</pubDate>
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		<description>belo texto.

impressiona-me a forma como os &quot;liberais&quot; pensam, nao sei se hei-de ter pena e dar-lhes um abraço, ou entao dar-lhes uma chapada. a denominada &quot;chapada da realidade&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>belo texto.</p>
<p>impressiona-me a forma como os &#8220;liberais&#8221; pensam, nao sei se hei-de ter pena e dar-lhes um abraço, ou entao dar-lhes uma chapada. a denominada &#8220;chapada da realidade&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: O ressentimento da extrema-esquerda caviar instalada nos media (2) &#171; O Insurgente</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/gestor-pangloss/comment-page-1/#comment-494</link>
		<dc:creator>O ressentimento da extrema-esquerda caviar instalada nos media (2) &#171; O Insurgente</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 23:58:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/?p=341#comment-494</guid>
		<description>[...] perfeitamente a tua reacção à publicação no Público de textos que atingem este nível de abjecção: António Borges continua a defender a privatização da Segurança Social, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] perfeitamente a tua reacção à publicação no Público de textos que atingem este nível de abjecção: António Borges continua a defender a privatização da Segurança Social, [...]</p>
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