É já a seguir

O Pequeno Blogue começa a sério amanhã às nove e meia. Antes de arrancar, precisa aqui de uma boa empreitada. O sistema de comentários ainda não funciona. Quem quiser ir dizendo de sua justiça, utilize entretanto o email: grandeterramoto[arroba]mac.com, tendo o cuidado de substituir este “[arroba]” pelo sinal correspondente.

Actualização: os comentários já estão funcionais. Podem mandar vir.

10 Respostas a “É já a seguir”


  • bem (re)aparecido!

    e um blog sem ser dedicado ao livro ou aos seus alunos? isso e’ que era.

  • Bem regressado, homem de deus! As ondas telúricas já chegaram ao Porto? E os comentários, funcionam?

  • Excelente iniciativa. Parabéns ao Rui e felicidades no novo blogue.

  • Parabens pelo blogue e ainda por cima do Porto!
    Aqui deixo uma dica sobre alguns documentos que recolhi sobre o terramoto, incluindo um poema de Voltaire, que para mim foi novidade.
    Um abraço,
    JFS
    http://www.fotografiaexadres.blogspot.com


  • Olá, :)
    1. Aberto o blog ele ostenta o nome “O PEQUENO BLOGUE DO GRANDE TERRAMOTO”
    2. Este post diz que é “Pequeno Blogue”
    3. A janela de comentários diz “pequeno blogue do Grande Terramoto”
    4. Na dúvida optei pelo destaque: “GRANDE TERRAMOTO”
    Abraço
    a.castro

  • Bom regresso à blogosfera e parabéns pelo livro. Só uma sugestão em relação à template, que está espectacular de resto, não é possível pôr as duas barras laterais com a mesma largura? Eu entendo que a da esquerda têm mais conteúdo, mas era capaz de não ficar mal a simetria. De qualquer modo isto é um blog sobre um terramoto, pelo que se entende o abalo…;)

  • Bem regressado Rui, passarás a ser um destino diário. Bom trabalho.

  • Excelente ideia, lindo blogue.

  • Depois do deleite na leitura aqui fica uma primeira resposta ao repto do livro “em curso”.

    Duas coisas.

    Uma primeira pergunta-dito. Ou uma leitura possível dum passo eventualmente enigmático, muito vivo no livro-objecto material.
    O “bonequito” que aparece um pouco por todo o livro e que vai correndo também aqui pelo blogue, deixou-me intrigado.
    Acabou por acompanhar a leitura como imagem com sentidos e propriedades de representação, senão da diacronia [discutida nas fértei p.179 e segs.], pelo menos do movimento aflito.
    Nada explica as suas origens [a capa e os mapas são atribuídos, todas as outras imagens estão tem atribuição “listada” no final].
    O ‘aflito’ aparece a solo sempre com as mesmas dimensões e correndo por todos os capítulos. A coisa só se altera na antepenúltima página antes do “Sumário”. Nesta aparece com dimensão maior e está acompanhado por um outro “boneco” em passo de corrida mas com as mãos por cima da cabeça.
    Foi este segundo que me pareceu ver, mesmo sem lupa, na gravura da p.176 que dá o mote à primeira secção do capítulo 11: “Imagens e narrações”.
    A régua estava à mão e por isso medi aproximadamente 1,5 cm de altura e 2 cm desde o canto inferior esquerdo da gravura, até aos pés do que parece ser o conjunto dos dois aflitos.
    A gravura é atribuída a “Autor desconhecido” na p.216.
    Já as gravuras tipo “infra-vermelho” do interior da capa, início e final (e exceptuando os bonecos ali de cima) ainda não encontrei, mas suspeito que andem algures pela gravura da p.176.

    A outra coisa que atiro para aqui tem que ver com a gravura da p.134.
    Já no início do capítulo 10, sugere-se ao leitor desatento um regresso à abertura do capítulo 8 para observar que eram duas e não uma as fogueiras ateadas na que terá sido a última execução capital da Inquisição Portuguesa.
    A história sobre a segunda fogueira vale bem a leitura do que se segue no capítulo, mas a questão que queria deixar aqui é outra. Numa terceira olhadela, reparo num terceiro palanque, ainda sem fogo e que se vê em plano mais próximo que os outros dois a arder. Era com vítima ou efígie ? E se foi a segunda, quem ?

    -[não sei se é falha técnica no blogue, mas tentei seguir os links da secção “TEMPO” à esquerda e não saí do mesmo “sítio”].-

  • Muito benvindo (regressado). O tema pode ser muito actual, pois o risco sísmico é bem real hoje e quanto mais soubermos sobre 1755, melhor poderemos encarar o nosso.
    Passarei assiduamente por cá e acompanharei o debate, em que participarei quando me sentir apto. Lerei sempre… Vim cá depois de o ouvir na TSF.
    Felicidades!!

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