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	<title>Comentários em: De que precisa Lisboa</title>
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		<title>Por: Carlos Reis</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/de-que-precisa-lisboa-2/comment-page-1/#comment-304</link>
		<dc:creator>Carlos Reis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 May 2007 22:17:32 +0000</pubDate>
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		<description>Não sei se isto lhe chegará às mãos. Ou aos olhos. Percebo (muito) pouco de blogs e similares. Só sei escrever. Alinhar letras e palavras, formando opiniões e sensibilidades. Sempre o fui lendo e apreciando, a si, Rui Tavares, ao longo dos Públicos e dos Tempos. Mais fácilmente localizável noutros públicos e noutros tempos, não era Pingue-pongue o nome do espaço.
Rui Tavares/Helena Matos é um match? Ainda não percebi. Virá daí o nome de pingue-pongue? Se eu fosse mal educado, perguntar-me(lhe)-ia porque não discutem um com o outro na intimidade relativa da redacção ou de um Café qualquer. Assim limito-me a subscrevê-lo, a si, Rui Tavares e a não ter (também já) paciência para reaccionarismos de elite, para a Direita, enfim, pura e dura, mal assumida, mal refeita, sempre desonesta e desapiedada. Sem valores, sem referências e sem humanidade. Sobretudo sem humanidade.
Acho que pode (ia a dizer &quot;deve&quot;, desculpe-me) apear-se destas diatribes e escrever com a sua lucidez de sempre - para nosso prazer de simples leitores.
Claro que escrever num jornal dirigido por um reaccionário como o JM Fernandes (bem, não chega ao nível de um Luís Delgado, ainda lhe falta algum percurso) deve ser difícil e terrível. Ao contrário de si, eu posso dizer estas coisas - com o estatuto de simples leitor e frequentador de uma recém-democracia periclitante embora - não me leve a mal e queira continuar. Eu e muitos amigos meus compramos o Público também para saber de si.
Um abraço
Carlos Reis
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se isto lhe chegará às mãos. Ou aos olhos. Percebo (muito) pouco de blogs e similares. Só sei escrever. Alinhar letras e palavras, formando opiniões e sensibilidades. Sempre o fui lendo e apreciando, a si, Rui Tavares, ao longo dos Públicos e dos Tempos. Mais fácilmente localizável noutros públicos e noutros tempos, não era Pingue-pongue o nome do espaço.<br />
Rui Tavares/Helena Matos é um match? Ainda não percebi. Virá daí o nome de pingue-pongue? Se eu fosse mal educado, perguntar-me(lhe)-ia porque não discutem um com o outro na intimidade relativa da redacção ou de um Café qualquer. Assim limito-me a subscrevê-lo, a si, Rui Tavares e a não ter (também já) paciência para reaccionarismos de elite, para a Direita, enfim, pura e dura, mal assumida, mal refeita, sempre desonesta e desapiedada. Sem valores, sem referências e sem humanidade. Sobretudo sem humanidade.<br />
Acho que pode (ia a dizer &#8220;deve&#8221;, desculpe-me) apear-se destas diatribes e escrever com a sua lucidez de sempre &#8211; para nosso prazer de simples leitores.<br />
Claro que escrever num jornal dirigido por um reaccionário como o JM Fernandes (bem, não chega ao nível de um Luís Delgado, ainda lhe falta algum percurso) deve ser difícil e terrível. Ao contrário de si, eu posso dizer estas coisas &#8211; com o estatuto de simples leitor e frequentador de uma recém-democracia periclitante embora &#8211; não me leve a mal e queira continuar. Eu e muitos amigos meus compramos o Público também para saber de si.<br />
Um abraço<br />
Carlos Reis</p>
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		<title>Por: pedro m.</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/de-que-precisa-lisboa-2/comment-page-1/#comment-303</link>
		<dc:creator>pedro m.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 10:37:37 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Rui Tavares,
As suas propostas são simples, práticas e boas! Até me custa a crer que escreva para o Público...

Sr. Domingos B., Já percebi que vai à Feira da Ladra, mas já foi a alguma das feiras de que fala o Rui Tavares, dessas que vi em Paris, Amsterdam ou Londres? Quere-me cá parecer que não. Mesmo que tenha ido, acha mal melhorar as que temos? Chateia essa forma de estar na vida a embirrar com tudo.

Em relação a ser lisboeta ou não, olhe, não nasci cá, tenho 34 anos e vivo cá à 19 anos, isso faz de mim menos lisboeta que o sr.? Quere-me cá parecer que é daqueles que apoiam aquelas ideias que tanto prejudicam a integração dos movimentos migratórios saudaveis! A sua concepção não me parece de todo o melhor para uma Cidade que sempre acolheu e tornou sua gentes de todo lado! Vá ler a História de Lisboa!

:-)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rui Tavares,<br />
As suas propostas são simples, práticas e boas! Até me custa a crer que escreva para o Público&#8230;</p>
<p>Sr. Domingos B., Já percebi que vai à Feira da Ladra, mas já foi a alguma das feiras de que fala o Rui Tavares, dessas que vi em Paris, Amsterdam ou Londres? Quere-me cá parecer que não. Mesmo que tenha ido, acha mal melhorar as que temos? Chateia essa forma de estar na vida a embirrar com tudo.</p>
<p>Em relação a ser lisboeta ou não, olhe, não nasci cá, tenho 34 anos e vivo cá à 19 anos, isso faz de mim menos lisboeta que o sr.? Quere-me cá parecer que é daqueles que apoiam aquelas ideias que tanto prejudicam a integração dos movimentos migratórios saudaveis! A sua concepção não me parece de todo o melhor para uma Cidade que sempre acolheu e tornou sua gentes de todo lado! Vá ler a História de Lisboa!</p>
<p>:-)</p>
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	<item>
		<title>Por: Domingos Barreira</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/de-que-precisa-lisboa-2/comment-page-1/#comment-302</link>
		<dc:creator>Domingos Barreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2007 14:52:41 +0000</pubDate>
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		<description>Mercados como o da Ribeira ou de Alvalade mas na rua como na Feira do relógio?
Boa ideia!
Mas se quiser matar a curiosidade sem problemas de claustrofobia pode comprar os frescos nessas feiras que referi no primeiro post. Ou será que nunca foi a uma dessas feiras por pensar que é só ciganos a vender T-shirts.
Domingos Barreira
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mercados como o da Ribeira ou de Alvalade mas na rua como na Feira do relógio?<br />
Boa ideia!<br />
Mas se quiser matar a curiosidade sem problemas de claustrofobia pode comprar os frescos nessas feiras que referi no primeiro post. Ou será que nunca foi a uma dessas feiras por pensar que é só ciganos a vender T-shirts.<br />
Domingos Barreira</p>
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	<item>
		<title>Por: nickname nick</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/de-que-precisa-lisboa-2/comment-page-1/#comment-301</link>
		<dc:creator>nickname nick</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2007 14:47:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/sem-categoria/de-que-precisa-lisboa-2/#comment-301</guid>
		<description>Replico de um dia útil atrás:

Há um precioso, e pequeno, texto escrito pelo Paulo Varela Gomes (permita-me ele esta intimidade) e que deveria servir de emenda. Para Lisboa.

Cito “É preciso abandonar as ideias de riqueza, legibilidade dos limites, ordem das formas, clareza dos percursos, características da paisagem europeia.
O nosso território é pobre, sem monumentalidade, misto e indistinto, confuso e fluido.”

“Lisboa, por exemplo, tem de sair das mãos de decisores e executantes que pensam em barcelona, Bruxelas ou Roma. A Europa de Lisboa é Marraquexe, Istambul e Nápoles.”

Para princípio nada melhor.


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Replico de um dia útil atrás:</p>
<p>Há um precioso, e pequeno, texto escrito pelo Paulo Varela Gomes (permita-me ele esta intimidade) e que deveria servir de emenda. Para Lisboa.</p>
<p>Cito “É preciso abandonar as ideias de riqueza, legibilidade dos limites, ordem das formas, clareza dos percursos, características da paisagem europeia.<br />
O nosso território é pobre, sem monumentalidade, misto e indistinto, confuso e fluido.”</p>
<p>“Lisboa, por exemplo, tem de sair das mãos de decisores e executantes que pensam em barcelona, Bruxelas ou Roma. A Europa de Lisboa é Marraquexe, Istambul e Nápoles.”</p>
<p>Para princípio nada melhor.</p>
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	<item>
		<title>Por: rui tavares</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/de-que-precisa-lisboa-2/comment-page-1/#comment-300</link>
		<dc:creator>rui tavares</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2007 12:52:49 +0000</pubDate>
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		<description>Não é pedir muito. Lisboeta, nascido na freguesia de Campo Grande (Hospital de Sta. Maria). Infância e adolescência na Freg. São João. Escola na Penha de França. Residência na Graça. Tirando quatro anos numa aldeia ribatejana e quatro no estrangeiro, a minha vida é aqui, a 5 minutos da Feira da Ladra. O que me permite responder à primeira questão: eu não estava a falar de feiras, como a do Relógio e da Ladra, mas mercados propriamente ditos. Mercados de frescos de queijos, de flores, de enchidos. É possível faz^-los higiénicos e práticos.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não é pedir muito. Lisboeta, nascido na freguesia de Campo Grande (Hospital de Sta. Maria). Infância e adolescência na Freg. São João. Escola na Penha de França. Residência na Graça. Tirando quatro anos numa aldeia ribatejana e quatro no estrangeiro, a minha vida é aqui, a 5 minutos da Feira da Ladra. O que me permite responder à primeira questão: eu não estava a falar de feiras, como a do Relógio e da Ladra, mas mercados propriamente ditos. Mercados de frescos de queijos, de flores, de enchidos. É possível faz^-los higiénicos e práticos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Silent Poet</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/de-que-precisa-lisboa-2/comment-page-1/#comment-299</link>
		<dc:creator>Silent Poet</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2007 11:14:24 +0000</pubDate>
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		<description>Rui Tavares

Se não for pedir muito, responde-me a uma curiosidade : és lisboeta?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Rui Tavares</p>
<p>Se não for pedir muito, responde-me a uma curiosidade : és lisboeta?</p>
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		<title>Por: Jorge Xará</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/de-que-precisa-lisboa-2/comment-page-1/#comment-298</link>
		<dc:creator>Jorge Xará</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2007 11:01:32 +0000</pubDate>
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		<description>Bom texto e boas ideias!
Aqui ficam mais algumas de alguém que já vive à mais de 10 anos em Lisboa e começa a ficar cansado da cidade:
- Mais espaços verdes e melhor aproveitamento dos que já existem. Os Lisboetas gostam de espaços verdes (basta ir a Belém ou Monsanto aos fins de semana para o confirmar), mas estes escasseiam; ainda por cima temos um clima excepcional.
- Rede de ciclovias nas zonas mais planas da cidade que permita às pessoas usar a bicicleta como meio de transporte alternativo ou simplesmente para lazer.
- Última ideia já mais discutida: minimizar o espaço ocupado pelo Porto de Lisboa, e criar espaços verdes + ciclovias ao longo de todo o rio Tejo, desde a Expo até Belém.
Jorge Xará

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom texto e boas ideias!<br />
Aqui ficam mais algumas de alguém que já vive à mais de 10 anos em Lisboa e começa a ficar cansado da cidade:<br />
- Mais espaços verdes e melhor aproveitamento dos que já existem. Os Lisboetas gostam de espaços verdes (basta ir a Belém ou Monsanto aos fins de semana para o confirmar), mas estes escasseiam; ainda por cima temos um clima excepcional.<br />
- Rede de ciclovias nas zonas mais planas da cidade que permita às pessoas usar a bicicleta como meio de transporte alternativo ou simplesmente para lazer.<br />
- Última ideia já mais discutida: minimizar o espaço ocupado pelo Porto de Lisboa, e criar espaços verdes + ciclovias ao longo de todo o rio Tejo, desde a Expo até Belém.<br />
Jorge Xará</p>
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	<item>
		<title>Por: Moderador</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/de-que-precisa-lisboa-2/comment-page-1/#comment-297</link>
		<dc:creator>Moderador</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2007 10:33:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/sem-categoria/de-que-precisa-lisboa-2/#comment-297</guid>
		<description>Muito bom o artigo no Publico, esperamos pela boa continuação.Lisboa merece.
Sugere-se uma visita ao blog dos funcionarios em Falar Alto
http://cm-lisboa.blogspot.com
Lá tmabém encontrará algumas ideias para a autarquia.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o artigo no Publico, esperamos pela boa continuação.Lisboa merece.<br />
Sugere-se uma visita ao blog dos funcionarios em Falar Alto<br />
<a href="http://cm-lisboa.blogspot.com" rel="nofollow">http://cm-lisboa.blogspot.com</a><br />
Lá tmabém encontrará algumas ideias para a autarquia.</p>
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	<item>
		<title>Por: Domingos Barreira</title>
		<link>http://ruitavares.net/textos/de-que-precisa-lisboa-2/comment-page-1/#comment-296</link>
		<dc:creator>Domingos Barreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 May 2007 09:10:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruitavares.net/sem-categoria/de-que-precisa-lisboa-2/#comment-296</guid>
		<description>Como é já usual nos seus textos a emissão de ideias que me agradam continuam. Um pequeno reparo se me permite em relação ao título &lt;b&gt;Mercados na rua&lt;/b&gt; que é revelador de algum desconhecimento da cidade de que fala. Lembro apenas a feira da ladra bem perto da baixa às terças e sábados. Lembro ainda uma outra que talvez pense ser fora da cidade mas não é «A Feira do relógio» aos Domingos e a já agora ainda mais longe da Baixa mas ainda em Lisboa a Feira das Galinheiras. E já agora a feira de Carnide no Largo da Luz. esqueço-me de uma série de feiras de coleccionismo que foram em má hora retiradas das arcadas da Praça do Comércio. O que deverá ser discutido são as condições em que são realizados esses mercados. Mas que existem, existem!
É uma pena num texto de pessoa tão sabedora um deslise tão revelador desconhecimento. Quanto ao resto concordo sem condições e acho a ideia de uma escola (Universidade ou não) de estudos olisiponeses muito boa.
Domingos Barreira
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como é já usual nos seus textos a emissão de ideias que me agradam continuam. Um pequeno reparo se me permite em relação ao título <b>Mercados na rua</b> que é revelador de algum desconhecimento da cidade de que fala. Lembro apenas a feira da ladra bem perto da baixa às terças e sábados. Lembro ainda uma outra que talvez pense ser fora da cidade mas não é «A Feira do relógio» aos Domingos e a já agora ainda mais longe da Baixa mas ainda em Lisboa a Feira das Galinheiras. E já agora a feira de Carnide no Largo da Luz. esqueço-me de uma série de feiras de coleccionismo que foram em má hora retiradas das arcadas da Praça do Comércio. O que deverá ser discutido são as condições em que são realizados esses mercados. Mas que existem, existem!<br />
É uma pena num texto de pessoa tão sabedora um deslise tão revelador desconhecimento. Quanto ao resto concordo sem condições e acho a ideia de uma escola (Universidade ou não) de estudos olisiponeses muito boa.<br />
Domingos Barreira</p>
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