O João Miranda está surpreendido com os riscos dos bancos europeus. É natural: ainda a semana passada ele defendia a tese do “empirismo ingénuo”. E os “empiristas ingénuos” diziam:
«…isto não se limita aos EUA. A cultura de passar os riscos para o público foi comum e partilhada por governos de direita e de esquerda, americanos e europeus. O mesmo Nouriel Roubini que passámos a ter de escutar com atenção nesta crise escreve no Financial Times que os bancos europeus estão em risco por terem comprado muitos dos “produtos tóxicos” financeiros que estiveram na origem disto tudo. Os economistas Daniel Gros e Stefano Micossi avisam que se os bancos americanos eram demasiado grandes para os deixarmos falhar, os bancos europeus são demasiado grandes para os conseguirmos salvar país a país.»






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