É clicar para aumentar.
Financial Times de hoje.
O panorama é duvidoso, mas seria simpático que alguém tivesse tido juízo no meio desta história toda. E para nós, seria uma sorte. Se fosse verdade.
Idem.
A notícia de canto de página interior de hoje pode ser a de primeira página amanhã.
Ibidem.
Uma visão do lado oposto. Atenção ao destaque sobre a língua e a lei.
Tribidem.
Há globalizações mais irreversíveis o que outras.
A propósito do post anterior, já alguém se lembrou de comparar a taxa de criminalidade dos imigrantes com a dos dirigentes do PNR?
Via arrastão:

«O PNR colocou hoje um novo outdoor contra os suspeitos do costume: os estrangeiros. Curiosamente, foram copiar um cartaz de um partido suiço.»

O PNR junta a falta de originalidade à falta de credibilidade política de um partido mais do que manchado por ligações antigas, e suspeitas de ligações recentes, à violência e ao mundo do crime. Já agora, vale a pena notar os seguintes aspectos formais: enquanto o racistazeco suiço precisa de dois acompanhantes passivos que o vejam expulsar o imigrante negro (apenas um), o racistazão português imagina-se inteiramente sozinho a expulsar as hordas de imigrantes (mais uma vez, negros, meia-dúzia deles) que nos servem o café, constroem os prédios, cuidam dos idosos nos lares e (às vezes) tornam tudo isto um pouco menos pesado.
Adenda: é evidente que o dito cartaz é uma incitação ao racismo e à violência. Mas isto neste país não deve preocupar ninguém, o que é realmente grave é o politicamente correcto, o feminismo e outras coisas assim que estão fartas de provocar vítimas.
A notícia de que a Câmara Municipal de Lisboa andou, durante sucessivas vereações, a distribuir casas de forma arbitrária, ao serviço da cunha e do episódio individual, é evidentemente um escândalo político. É até mais do que isso.
Segundo o UrbanAudit, serviço da UE, Lisboa é a cidade média/grande mais desvitalizada de toda a Europa a 27. Não há notícia, em toda essa Europa, de um parque habitacional tão fragmentado — excepto em pequenas cidades romenas que perderam a indústria mineira. Lisboa perdeu, em trinta anos, trinta por cento da população. Para os leitores do resto do país que podem estar fartos de ouvir falar da capital, pensem nisto como um caso extremo dos problemas que podem afligir também as vossas cidades.
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Em comemoração dos cem anos da morte de Machado de Assis, a entrevista que fiz ao escritor em dezembro de 2004, nos tempos do Barnabé e do governo Pedro Santana Lopes.
Dados económicos, entre a chegada de George W. Bush à Casa Branca e o dia de hoje. Tirados daqui.
Dow Jones January 19, 2001: 10,587.59
Dow Jones September 29, 2008: 10,365.45
NASDAQ Jan 19, 2001 = 2770.38
NASDAQ September 29, 2008 = 1983.73
Dollar exchange with Euro, January 19, 2001: 1.068
Dollar exchange with Euro, September 29, 2008: .695
Câmara dos Representantes recusa o pacote de auxílio a Wall Street.
Antes da notícia, as bolsas estavam assim:
[O gráfico em baixo é anual, praticamente desde o início da crise.]
E ao fim do dia ficaram assim:
Por outro lado, James Kenneth Galbraith escreveu hoje que o pacote seria desnecessário e ineficaz, e propondo um plano de recuperação da economia para os próximos anos. Vale a pena ler. O próximo presidente dos EUA é que vai apanhar o pior desta crise.