Arquivo mensal para October, 2005

É já a seguir

O Pequeno Blogue começa a sério amanhã às nove e meia. Antes de arrancar, precisa aqui de uma boa empreitada. O sistema de comentários ainda não funciona. Quem quiser ir dizendo de sua justiça, utilize entretanto o email: grandeterramoto[arroba]mac.com, tendo o cuidado de substituir este “[arroba]” pelo sinal correspondente.

Actualização: os comentários já estão funcionais. Podem mandar vir.

O livro

Conforme for tendo acesso a reacções ao livro, irei tentando disponibilizá-las aqui. Para já, imagino que seja mais interessante permitir uma espreitadela ao conteúdo propriamente dito. Deixo aqui dois PDFs. No primeiro PDF encontrarão algumas páginas do início do livro, incluíndo o índice e o começozinho do primeiro capítulo. No segundo PDF encontrarão páginas finais, incluindo as notas, a lista de ilustrações, a bibliografia seleccionada e – provavelmente o mais útil – o índice onomástico.

Este blogue

Bem vindos ao Pequeno Blogue do Grande Terramoto.

Esta página servirá de apoio ao meu livro recente sobre o terramoto de 1 de Novembro de 1755 [O Pequeno Livro do Grande Terramoto, ed. Tinta da China, Outubro de 2005]. Um dos seus objectivos iniciais foi o de proporcionar recursos complementares aos do livros, nomeadamente para o leitor especialista, tirando partido da flexibilidade do meio. As bibliografias poderão ser mais extensas e actualizáveis, as notas detalhadas poderão contar com reprodução dos originais, e há ainda outras vantagens que mais tarde se verão. No entanto, este blogue será mais do que apenas uma extensão do livro. Nele reunir-se-ão conteúdos de texto, traduções de fontes, cartografia e imagens diversas (bem como ligações para recursos dispersos na internet) sobre o Grande Terramoto e as suas implicações culturais e políticas. Estou também a pensar juntar-lhe alguns conteúdos interactivos, mal consiga entender-me com os detalhes técnicos correspondentes.

Finalmente, este blogue servirá de ponto de contacto com os leitores do livro – se chegar a haver algum que não seja da minha família e amigos íntimos! Se não for esse o seu caso e tiver algo a escrever, sinta-se à vontade para deixar um comentário ou escrever uma mensagem para grandeterramoto[arroba]mac.com, substituindo aquele “[arroba]” pelo sinal correspondente.

O blogue ainda se encontra em obras; mas o leitor já pode ir conhecendo os cantos à casa. Muito em breve estarão disponíveis todos os conteúdos de base.

Livros sobre 1755

A bibliografia presente no livro, mais sucinta, representa o núcleo essencial de livros que apoiaram a escrita daquele ensaio. Aqui no blogue, tirando partido da flexibilidade do meio, apresento uma lista mais extensa e que irá sendo acrescentada de forma a poder constituir, com o tempo, uma bibliografia geral do Grande Terramoto. As sugestões dos leitores são por isso muito bem vindas. Com o tempo, a lista será enriquecida com imagens dos livros, links para versões online gratuitas quando disponíveis e apontadores para alguns dos itens em bibliotecas públicas ou livrarias na internet.

Continuar a ler ‘Livros sobre 1755’

Nota sobre o autor

[texto: Tinta da China edições]

Escritor e historiador, nascido em Lisboa em 1972, Rui Tavares dedica-se à história e crítica da arte e da literatura, bem como das relações entre cultura, política e ciência no Iluminismo. Na blogosfera é mais conhecido por ter sido fundador e um dos mentores (com alguns dos seus melhores amigos) do Barnabé.

Licenciado em História, variante de História da Arte, pela Universidade Nova de Lisboa. Mestre em Ciências Sociais pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorando em Histoire et Civilisation na École des Hautes Études en Sciences Sociales [EHESS], de Paris. Os seus trabalhos têm sido apresentados em colóquios – e publicados em revistas académicas – nacionais e internacionais. Foi visiting scholar na City University of New York [CUNY] e professor (de História da Fotografia, Teoria da Imagem e Teoria da Comunicação) no Instituto de Arte e Design [IADE] de Lisboa.

Durante os anos noventa foi crítico de arte residente do semanário e jornalista cultural na revista mensal Vida Mundial. Entre outras colaborações dispersas na imprensa nacional, publicou artigos na Grande Reportagem (sobre a Ilha do Fogo – uma paixão de referência); Público; Expresso; Prototypo; História e Relações Internacionais, entre outras. Mais recentemente tem sido o responsável pelas secções de Museus e Monumentos da Agenda LX. Autor de O Labirinto Censório. A Real Mesa Censória sob Pombal (1768-177); Dom João II; Trás-os-Montes [com João Silva] e Barnabé [com André Belo, Celso Martins, Daniel Oliveira e Pedro Oliveira]. Tradutor e organizador de edições de Molière, Voltaire, Balzac, pseudo-Séneca [e Paulo de Tarso], Giordano Bruno, entre outros.

Um CV detalhado pode ser encontrado aqui.

“Dias que mudam o mundo” e relativismo

Um texto interessante do filósofo britânico Simon Blackburn.